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  • 04/10/2015
  • 11:14
  • Atualização: 11:32

"220 Volts", com Paulo Gustavo, ganha sessão extra

Espetáculo terá sessões dias 23 e 24 em Porto Alegre

Ator retorna a Porto Alegre com espetáculo de sucesso | Foto: Páprica Fotografia / Divulgação / CP

Ator retorna a Porto Alegre com espetáculo de sucesso | Foto: Páprica Fotografia / Divulgação / CP

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O espetáculo "220 Volts", estrelado por Paulo Gustavo, ganhou uma sessão extra em Porto Alegre no dia 24 de outubro, às 18h, no Teatro do Sesi (Assis Brasil, 8787). A montagem já tinha apresentações confirmadas para às 21h dos dias 23 e 24 de outubro no mesmo local. Os ingressos estão à venda entre R$ 50 e R$ 180.

Um dos maiores sucessos da TV fechada, "220 Volts" ganhou versão para o teatro em uma superprodução só com as personagens femininas de maior destaque do programa. A superprodução protagonizada por Paulo Gustavo, que assina também o texto e a direção em parceria com Fil Braz, já é sucesso de bilheteria, assistida por mais de oito mil pessoas somente em Porto Alegre onde teve todas as sessões com ingressos esgotados em 2014.

Na montagem, Paulo Gustavo sobe ao palco ao lado de Marcus Majella (que também participa do programa), Márcio Kieling e Daniel Bouzas, além de seis bailarinos. “Os tipos são aqueles com os quais as pessoas estão acostumadas no programa. Na televisão, já eram esquetes, mantivemos este formato e mudamos um pouco a linguagem. No teatro, elas são um pouco mais longas. No palco se contracena mais, temos atores que interagem com as personagens do Paulo”, contextualiza Fil Braz.

A ideia de transpor o roteiro para o teatro surgiu com o fim do programa e o consequente desejo de manter vivos os personagens mais marcantes. “Ouço com frequência pessoas pedindo a volta do programa. Então, resolvi fazer um espetáculo no qual eu pudesse trazer para o palco as seis personagens mais bombadas, as mais queridas. Assim, eu poderia continuar fazendo outras coisas na TV e manter essas figuras vivas no teatro. Só tem mulheres nesse espetáculo por uma questão de logística, pois não tinha como fazer e tirar maquiagem virando homem e mulher simultaneamente”, explica Paulo Gustavo.