 Autoridades venezuelanas perceberam em 2003 que pintura pendurada em museu de Caracas era falsa Crédito: AFP
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Autoridades venezuelanas perceberam em 2003 que pintura pendurada em museu de Caracas era falsa
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Um Tribunal Federal dos Estados Unidos condenou à prisão na terça-feira um americano e uma mulher mexicana acusados de tentar vender uma pintura de Henri Matisse por 3 milhões de dólares que havia sido roubada de um museu venezuelano. Pedro Antonio Marcuello Guzman, de 46 anos e residente em Miami, foi condenado a dois anos e 9 meses de prisão, enquanto Maria Martha Elisa Ornelas Lazo, de 50 anos e da Cidade do México, recebeu um ano e nove meses.
Guzman e Lazo negaram inicialmente no julgamento que tivesse conspirado para transportar e vender "Odalisque in Red Pants", mas modificaram sua versão dos fatos e se declararam culpados em outubro. As autoridades venezuelanas perceberam em 2003 que a pintura pendurada no Museu de Arte Contemporânea de Caracas era falsa. A data exata do roubo é desconhecida, embora tenha sido sugerido que o crime pode ter ocorrido por volta de dezembro de 2002.
A promotoria acusou Guzman de negociar a venda do Matisse por aproximadamente 740 mil dólares durante várias reuniões com agentes encobertos do FBI. A obra foi avaliada por especialistas em três milhões de dólares. Os agentes do FBI recuperaram o Matisse em agosto em Miami e prenderam os dois suspeitos.
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