 Acesso aos desfiles era gratuito Crédito: Ivo Gonçalves / PMPA / Divulgação / CP
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Acesso aos desfiles era gratuito
Crédito: Ivo Gonçalves / PMPA / Divulgação / CP
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Sete escolas desfilaram entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira no Complexo Cultural do Porto Seco, em Porto Alegre. De acordo com estimativa da prefeitura, pelo menos 5 mil pessoas estiveram no penúltimo dia de Carnaval. Contudo, muitos espaços ficaram vazios nas arquibancadas, apesar de o acesso ter sido gratuito.
A primeira a entrar na avenida foi a Acadêmicos de Niterói. Com o tema “Niteroi é chama que não se apaga”, o carro abre alas veio com a imagem da coruja, símbolo da agremiação. Em seguida, a Império do Sol interpretou o enredo “Xaxá, um mulato brasileiro no reino dos Alafins de Oyó”. Os integrantes capricharam nas coreografias e contagiaram o público com a simpatia dos destaques.
Uma das mais organizadas, a Imperatriz Leopoldense contou a história dos 70 anos da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). Usando lindas fantasias, os integrantes levantaram os espectadores das arquibancadas. Um tripé ostentou a imagem de Leonel Brizola, que em 1953, transformou a Comissão de Energia em Companhia.
Depois da meia-noite, a Unidos da Vila Mapa começou sua apresentação com uma homenagem às vítimas do incêndio em Santa Maria. Um show pirotécnico marcou a entrada da escola que contou a trajetória cultural do Rio Grande do Sul.
“Mandela: nas asas da PAZ, o guerreiro da liberdade!” foi o tema da Unidos de Guajuviras. O enredo e os carros alegóricos mostraram tanto a história do líder político, como a importância da segurança em Canoas, cidade onde nasceu a escola. Além disso, os carnavalescos fizeram questão de tratar da igualdade na música que puxou os foliões. Por isso, foi tão emocionante a passagem do menino Thiago Moreira, 12 anos, em uma cadeira de rodas empurrada pela madrinha Fátima Moreira. A criança tem paralisia cerebral e não pode caminhar. Porém, não conseguia esconder a felicidade de estar desfilando no Carnaval.
Apesar de muitas pessoas já terem ido embora do Porto Seco, quando a Samba Puro abriu a pista, a força da bateria, bem ritmada, conseguiu despertar a plateia. O tema “Querer é poder” conquistou o público.
A penúltima noite do Carnaval de Porto Alegre já estava acabando, mas um grupo ainda dava show na Arquibancada 3. Dançando em coreografia no ritmo da Protegidos da Princesa Isabel, os jovens deixaram ainda mais bonita a apresentação da escola, que tratou da questão da superstição. Mesmo estando no ano 13, a agremiação promete que todos terão sorte nos próximos meses. Um dos carros trouxe a imagem de uma tartaruga para dizer que os passos este ano não serão lentos como o do animal.
Fonte: Karina Reif / Correio do Povo
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