 Ação de ladrões atrapalhados é o tema do filme ´Vai Que Dá Certo´ Crédito: Imagem Filmes / Divulgação / CP
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Ação de ladrões atrapalhados é o tema do filme ´Vai Que Dá Certo´
Crédito: Imagem Filmes / Divulgação / CP
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A comédia brasileira “Vai Que Dá Certo”, com direção de Maurício Farias, investe em um elenco de comediantes. A história narra o reencontro de cinco amigos de adolescência que compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito, mas não exatamente como planejaram. Várias trapalhadas irão marcar as ações do grupo. Estão no elenco Lúcio Mauro Filho, Bruno Mazzeo, Natália Lage, Danton Mello, Gregório Duvivier e Fábio Porchat. Na trilha sonora, esta produção conta com uma das músicas mais emblemáticas de uma geração, “Cabeça Dinossauro”, dos Titãs, que se reuniram em um estúdio para gravar um clipe especial do filme.
Outro filme nacional que entra em cartaz é “Disparos”, de Juliana Reis, tenso drama sobre violência urbana, valorizado por seu excelente elenco e pela fotografia de Gustavo Hadba, um dos mais competentes profissionais da área no cinema brasileiro. Inspirado em fatos reais, mostra um fotógrafo (Gustavo Machado) assaltado por motoqueiros, que quase simultaneamente são atropelados por um carro não identificado. Após recuperar sua câmera, ele percebe que precisa voltar ao local para encontrar o seu cartão de memória. Questionado por um policial (Sílvio Guindane), ele é acusado de omissão de socorro e, consequentemente, é levado a uma delegacia. Lá precisa lidar com Freire (Caco Ciocler), policial que não está disposto a facilitar a situação para o fotógrafo.
O drama “Depois de Lúcia” é o segundo longa-metragem do diretor Michel Franco. Conta a história de Roberto e Alejandra. Depois da morte de sua esposa, ele e sua filha de 15 anos mudam de cidade para tentar recomeçar a vida. Alejandra ingressa em um novo colégio e começa a sofrer abusos físicos e emocionais, mas envergonhada, não conta nada para o pai. A história foi inspirada em experiências pessoais do diretor: “O que acontece quando, não aceitando a morte de um ente querido, esquecemos de prestar atenção aos que ficam? Essa questão me acompanha desde a infância, quando convivi com alguém muito próximo a mim que jamais superou o luto”, explica o diretor.
Assista ao trailer:
Fonte: Correio do Povo
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