Correio do Povo

Porto Alegre, 2 de Setembro de 2014


Porto Alegre
Agora
15ºC
Amanhã
14º 21º


Faça sua Busca


Arte & Agenda > Variedades > Exposição

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

12/01/2014 12:04 - Atualizado em 12/01/2014 12:09

Museu Nacional de Belas Artes receberá 205 obras de Portinari

Doação abrange pinturas, desenhos e gravuras do pintor paulista

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), criado em 1937, vai comemorar nesta segunda-feira 77 anos com o
recebimento de uma importante contribuição para seu acervo. Em solenidade às 11h, no salão nobre do museu, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, a Finep (Agência Brasileira de Inovação, antiga Financiadora de Estudos e Projetos) assina a doação para o MNBA de 205 obras de sua coleção do pintor Candido Portinari.

A doação abrange pinturas, desenhos e gravuras e vai tornar o MNBA a instituição com o maior acervo público de obras de Portinari, em um total de 243 trabalhos. O museu carioca, que possui em seu acervo a tela "Café" (1935), entre outras obras de Portinari, já havia recebido, no ano passado, as doações de "A primeira missa" (1948), adquirida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) por R$ 5 milhões, e as quatro telas do artista que decoravam a Capela Mayrink, na Floresta da Tijuca.

De acordo com João Candido Portinari, filho do artista e responsável pela catalogação da obra do pai, a partir de agora figuram entre os acervos públicos mais importantes do pintor, depois do MNBA, o Museu de Arte de São Paulo (Masp), que detém a importante série "Retirantes", e os Museus Castro Maya (Chácara do Céu e Museu do Açude), do Rio de Janeiro, que juntos, são donos de mais de 100 obras de Portinari.

As 205 obras que a Finep, empresa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, está entregando ao museu, deverão ser expostas ao público a partir do final de maio. Segundo o MNBA, a mostra ficará em cartaz até setembro deste ano.

O pintor nasceu em 30 de dezembro de 1903, em uma fazenda de café em Brodowski, no interior de São Paulo, onde teve uma infância pobre. Entre as obras mais importantes estão "O Plantador de Café" e os painéis "Guerra e Paz", instalados na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. Morreu em 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação provocada pelas tintas que usava.

Bookmark and Share


Fonte: Agência Brasil






O que você deseja fazer?


Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.