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29/01/2014 08:31 - Atualizado em 29/01/2014 08:45

“Medida Provisória” se apresenta no Teatro do Museu do Trabalho

O espetáculo faz suas últimas apresentações nesta quarta e quinta, às 21h.

Medida Provisória faz últimas apresentações no Teatro do Museu do Trabalho<br /><b>Crédito: </b> Eduardo Dall'Agnol / Divulgação / CP
Medida Provisória faz últimas apresentações no Teatro do Museu do Trabalho
Crédito: Eduardo Dall'Agnol / Divulgação / CP
Medida Provisória faz últimas apresentações no Teatro do Museu do Trabalho
Crédito: Eduardo Dall'Agnol / Divulgação / CP

A falta de espaço e de oportunidades para a criação teatral em Porto Alegre é o mote de “Medida Provisória”, que coloca no palco os alunos da oficina de formação de atores da Casa de Teatro, comandada por Zé Adão Barbosa, no Teatro do Museu do Trabalho (Andradas, 230). Dirigido por João Pedro Madureira, o espetáculo faz suas últimas apresentações nesta quarta e quinta, às 21h.

O ponto de partida é a situação que vem ameaçando os espaços da produção cênica na Usina do Gasômetro, via projeto Usina das Artes - que desde 2005 tem fomentado a criação e pesquisa de grupos e seus convidados -, que lá iniciaram processos resultantes em espetáculos reconhecidos e premiados. Na obra de ficção, a coordenadora, Estela, se vê diante de um dilema: ao mesmo tempo em que a instituição corre o risco de ser privatizada, sente-se incapaz de vingar os sonhos que traz dentro de si. A dramaturgia de Diogo Liberano é dividida em sete dramas, alguns com livre referência às obras de Sartre, Tchekhov e Shakespeare.

Os 24 atores falam de indivíduos que, juntos, formam um coletivo funcionando como uma engrenagem. Engajados na causa, esses artistas em formação se deparam com um desafio sobre o próprio processo que vivem e de conhecimento do mercado que estão ingressando. E sentem na pele a atmosfera asfixiante que inviabiliza a produção artística na capital gaúcha. “Somos indivíduos com peculiaridades que nos tornam únicos. Ao mesmo tempo integramos uma massa esmagadora da qual nos tornamos insignificantes. Nossos artistas passam a vida tentando amenizar essa anulação”, declara o diretor.

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Fonte: Correio do Povo






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