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  • 30/04/2018
  • 09:08
  • Atualização: 09:29

Parceria entre Bienal e Capitólio exibe filmes africanos

Sessões com entrada franca terão como tema central "O Triângulo Atlântico"

Filme

Filme "Das Raízes às Pontas" integra uma sessão especial que acontece amanhã na Cinemateca Capitólio | Foto: Flora Egécia / Divulgação / CP

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Até o dia 5 de maio, está sendo realizada uma mostra de filmes na Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085) em parceria com a 11ª Bienal do Mercosul, que nesta edição destaca a arte africana e afro-brasileira a partir do tema central “O Triângulo Atlântico”.

A sala funciona de terças a domingos, por isso hoje o espaço está de folga. A programação, que começou no sábado, segue a partir de amanhã, com entrada franca. Nesta terça-feira, às 18h, o programa vai exibir “A Negra De...”, o primeiro longa-metragem do pioneiro senegalês Ousmane Sembène, considerado o pai do cinema realizado na África subsaariana.

Em destaque, também amanhã, uma sessão especial, às 19h30min, do Cineclube Adélia Sampaio e do Coletivo Criadoras Negras RS em parceria com o projeto Curta na Cinemateca, com os filmes “Mulheres Negras: Projeto de mundo”, da cineasta paulista Day Rodrigues, e “Das Raízes às Pontas”, da cineasta carioca Flora Egécia. Após a projeção, haverá um debate com participação da realizadora Day Rodrigues.

Na próxima quinta-feira, a programação da mesma sala será alterada e entrará em cartaz um mostra de filmes sobre maio de 1968. Além de produções de cineastas da Nouvelle Vague, como Jean-Luc Godard, também serão exibidos três filmes do grupo Zanzibar, um movimento de jovens cineastas franceses, atuantes no final dos anos 1960 e início dos anos 1970, que buscava estabelecer a ponte entre a Nouvelle Vague e o cinema underground norte-americano, em uma sintonia radical e experimental com os temas em ebulição na época.

Retornará a cartaz, ainda dentro do programa, o documentário “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, que aborda questões do período.