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  • 01/08/2017
  • 15:57
  • Atualização: 16:06

Artista plástico aborda Revolta dos Tamoios na exposição "Viver é Lutar"

Quadro "RIO 1567" foi construído a partir de imagens e referências literárias

Quadro

Quadro "RIO 1567" foi construído a partir de imagens e referências literárias | Foto: Ale Maia e Pádua / Reprodução / CP

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  • Correio do Povo

A Galeria Mario Quintana, localizada na Estação Mercado do Trensurb, em Porto Alegre, recebe a partir desta quarta-feira a exposição "Viver é Lutar", do artista plástico Ale Maia e Pádua. O trabalho destaca o quadro "RIO 1567", que traz uma abordagem artística da Revolta dos Tamoios e da França Antártica, dois episódios históricos importantes para a formação do Rio de Janeiro e do Brasil. A obra ficará exposta até o dia 30 de agosto e pode ser conferida por todos que passarem no túnel de acesso às plataformas da Estação Mercado das 5h às 23h30min.

A pintura digital foi construída a partir de imagens e referências literárias, buscando "não somente ilustrar um dia histórico, mas apresentar uma autocrítica que nos insere como parte das consequências advindas deste período", como explica o artista. Apesar de sua obra focar num acontecimento específico – a queda do forte indígena de Uruçumirim –, Ale se propôs a retratar elementos que abrangem todo um capítulo da história, utilizando a arte para apresentar uma versão diferente dos fatos.

A Revolta dos Tamoios se deu entre 1556 e 1567. Na época, os Tupinambás se aliaram a uma expedição francesa contra a Coroa Portuguesa, que usava os indígenas como mão de obra escrava. A vitória foi dos portugueses e seus aliados.