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  • 20/12/2017
  • 16:37
  • Atualização: 17:12

Steve Hackett faz show em Porto Alegre em março de 2018

Ex-guitarrista do Genesis sobe ao palco do Araújo Vianna no dia 20

Ingressos custam entre R$ 190 e R$ 340  | Foto: Roger Salem / Divulgação / CP

Ingressos custam entre R$ 190 e R$ 340 | Foto: Roger Salem / Divulgação / CP

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Um dos mais talentosos e inovadores artistas do rock, Steve Hackett, ex-integrante da banda Genesis, faz show em Porto Alegre no dia 20 de março de 2018. Com sua versatilidade como guitarrista e compositor, ele apresenta no Auditório Araújo Vianna (Osvaldo Aranha, 685) suas influências de gêneros como o jazz, world music e o blues, além da música clássica, de Bach a Satie. A apresentação ocorre a partir das 21h e tem ingressos a venda com valores entre R$ 190 e R$ 340. As entradas podem ser adquiridas pelo site ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country (Túlio de Rose, 80), de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriados, das 14h às 20h.

Hackett é um nome respeitado no circuito da música erudita européia como violonista clássico e compositor. Eclético, erudito e contemporâneo, que adora ler dos clássicos ao trash, ele colocou seu nome na história da música do século XX. Em 1980, começou a gravar música acústica, num momento em que os termos new age ou unplugged não haviam sido cunhados. Sua entrada no Genesis se deu por um convite de Peter Gabriel para substituir o guitarrista original da banda, Anthony Phillips. Daí resultou uma participação em oito álbuns, e o guitarrista transformou-se em uma parte essencial não somente do som do grupo, mas também de sua imagem. Sua habilidade e sua escala sonora se somaram ao Genesis, trazendo novos sons durante sua fase progressiva.

O músico acredita que foi predestinado a tocar guitarra em 1971. Quando o grupo partiu para um som mais comercial, Hackett provou igualmente ser perito no assunto. Os álbuns estavam vendendo aos milhões, em vez das centenas dos milhares, e começava uma maior exposição pública Em sua carreira solo, desenvolveu sua excepcional linha, inventando novos sons e também novas técnicas, como o “tapping”. Seu primeiro álbum solo, “Voyage of the Acolyte”, gravado em 1975, foi considerado, por muitos críticos, quase um álbum perdido do antigo grupo.

Ele considera seu melhor trabalho “A Midsummer Night’s Dream” (Sonho de uma Noite de Verão), uma suíte para violão e orquestra, em homenagem a Shakespeare. Esse trabalho lhe rendeu aplausos de crítica, público e nomes de peso como o violinista Yehudi Menuhin. Trabalhou com renomados nomes do rock e do pop, como John Wetton, Brian May, Bonny Tyler e Paul Carrick e manteve sempre sua carreira solo, com uma eletrizante mistura do sons, gêneros e estilos. Sua música tem um alto nível de sofisticação e uma sempre presente poderosa dinâmica, que podem ser atestadas em discos como "Darktown and Wild Orchids" e "To Watch the Storms".