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  • 30/08/2017
  • 13:42

Brasil termina Universíade em 28º lugar no quadro de medalhas

Além do futebol, os pódios brasileiros se concentram em três esportes: natação, taekwondo e judô

País competiu em Taipei com a maior delegação de sua história, de 180 atletas | Foto: Fellipe Chagel / CBDU / Divulgação

País competiu em Taipei com a maior delegação de sua história, de 180 atletas | Foto: Fellipe Chagel / CBDU / Divulgação

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  • Agência Brasil

Com dois ouros, quatro pratas e seis bronzes, o Brasil terminou a Universíade em 28º lugar no quadro geral de medalhas. O país competiu em Taipei com a maior delegação de sua história, de 180 atletas, e teve a maior parte das conquistas no judô, esporte em que foram garantidas sete das 12 medalhas brasileiras.

O Brasil levou 19 atletas olímpicos para a Universíade e disputou medalhas em 14 modalidades. O último pódio foi o ouro no futebol feminino, conquistado na prorrogação da final contra o Japão. As brasileiras venceram por um a zero, com gol marcado por Diany.

Na Universíade de 2017, o Brasil buscava reduzir a distância para o top 10 no quadro geral, porém perdeu colocações em relação à competição de 2015, quando ficou em 23º. Apesar disso, o número de medalhas aumentou de oito para 12, com a manutenção da marca de duas medalhas de ouro e o incremento de duas pratas e dois bronzes.

Além do futebol, os pódios brasileiros se concentram em três esportes: natação, taekwondo e judô. A judoca Bárbara Timo conquistou o ouro na categoria até 70kg. Gabriela Chibana (-48kg) e Eleudis Valentim (-52kg) foram prata. A equipe masculina levou para casa o bronze, assim como Vinicius Panini (-81kg), Ruan Isquierdo (absoluta) e Tamires Crude (-57kg).

No taekwondo, Maicon Andrade chegou à final da categoria mais de 87kg, mas sofreu uma lesão e recebeu recomendação médica para não disputar a última luta. Por isso, ficou com a prata.

Na natação, Henrique Martins ficou em terceiro lugar nos 50 e nos 100 metros borboleta, e Ítalo Manzine subiu ao segundo lugar do pódio por seu tempo nos 50 metros livre.

O resultado brasileiro foi o melhor entre os países sul-americanos, mas ficou atrás do México, que chegou à 13ª colocação com seis ouros, e da República Dominicana, que ficou em 18º lugar, com quatro.