Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

  • 10/03/2012
  • 20:56
  • Atualização: 20:57

"Vestiário do Inter é muito sadio", garante Fernandão

Luigi diz que Tinga e Dagoberto não enfrentaram o Santos porque perderam o treino

Fernandão (D) respaldou decisão de Dorival (E) | Foto: Fabiano do Amaral

Fernandão (D) respaldou decisão de Dorival (E) | Foto: Fabiano do Amaral

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

 O diretor de futebol Fernandão defendeu, neste sábado, a postura do técnico Dorival Júnior na polêmica sobre a não-escalação de Dagoberto e Tinga contra o Santos, na última quarta-feira. Ele defendeu a opção do treinador e enfatizou que os métodos utilizados pelo clube se justificam pelos resultados: "O vestiário aqui sempre é muito sadio", destacou. Tinga e Dagoberto voltaram a ser escalados para o jogo deste sábado, contra o Santa Cruz.

"Algumas coisas seguem internamente e vão continuar assim. Aqui as polêmicas não entram de fora para dentro, por isso o Inter conseguiu conquistar tudo que conquistou", analisou o dirigente.

O presidente Giovanni Luigi, por sua vez, explicou a situação. Segundo ele, o técnico optou por não usar os jogadores porque eles não participaram do treino mais importante para a partida da Libertadores, na segunda-feira. Luigi salientou que, qualquer que fosse a decisão de Dorival, defenderia a opinião do seu treinador.

Fernandão frisou que não comentaria mais o assunto, tanto de forma externa como interna. "Está encerrado. Se eu soubesse que algumas dessas explicações ou declarações externas fossem voltar o jogo de lá, seria maravilhoso. Mas não tem como", afirmou.

O diretor ainda ironizou a possibilidade de dar mais explicações à torcida do que ocorre nos bastidores. "Vamos abrir o vestiário, então. Deixar todo mundo entrar e virar uma baderna lá dentro. É por isso que é fechado e restrito, pois algumas normas são internas", disse o diretor.

"Esse método vem de uma aprendizagem de 103 anos. Sempre que se externou muita coisa, colocou em xeque muito do que se resguarda ali dentro, que é a intimidade", ponderou Fernandão. "O mais importante é o time dentro de campo conquistar o que vem conseguindo nos últimos dez anos."


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