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05/03/2013 09:45 - Atualizado em 05/03/2013 09:54

Grohe lembra duelo contra Caracas em 2009 e espera novo jogo truncado

Goleiro do Grêmio ressaltou crescimento do futebol venezuelano na Libertadores

Grohe lembra duelo contra Caracas em 2009 e espera novo jogo truncado<br /><b>Crédito: </b> Lucas Uebel / Grêmio / CP
Grohe lembra duelo contra Caracas em 2009 e espera novo jogo truncado
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / CP
Grohe lembra duelo contra Caracas em 2009 e espera novo jogo truncado
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio / CP

O goleiro Marcelo Grohe é o único remanescente do grupo do Grêmio que em 2009 encarou Caracas pelas quartas de final da Libertadores. Se no passado ele esteve em campo, no duelo da noite desta terça-feira o jogador ficará no banco de reservas. A principal recordação dos dois confrontos está na dificuldade enfrentada pelo Tricolor. "Atuei no jogo no Olímpico, me lembro que foi uma partida bem difícil. Lá foi 1 a 1, o campo era horrível. Saímos perdendo e empatamos. E aqui foi 0 a 0. Lembro que o time deles tinha muitos jogadores da seleção venezuelana. Foi um jogo truncado e ninguém teve muitas chances", contou.

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Na projeção para a partida de hoje, Grohe destacou o crescimento do futebol venezuelano e a presença do Caracas nas últimas edições da Libertadores. "Os jogadores mudaram, mas o futebol venezuelano vem em uma crescente. Esse time do Caracas, pelo o que vi, vem disputando Libertadores em sequência. É um time perigoso, que ganhou do Huachipato. Esperamos um jogo bastante complicado e uma equipe que vem fechada. É difícil jogar contra quem atua assim", explicou.

Grohe relatou que os treinamentos do Grêmio foram todos voltados para o estilo de jogo do Caracas. A preocupação fez com que o técnico Vanderlei Luxemburgo pedisse ao Cerâmica para atuar como os venezuelanos. "Estamos treinando em cima da equipe adversária e o professor (Vanderlei Luxemburgo) vai passar na concentração o material, como ele sempre faz. O nosso time não pode ser surpreendido", avisou.

Arena melhorando

Uma das principais dificuldades do Grêmio diante do Huachipato foi o gramado. Após a estreia desastrada na Libertadores, o campo melhorou, segundo os jogadores. Grohe disse que o campo ainda não está 100%, mas esse fator precisa ser ignorado pela equipe contra o Caracas. "Realizamos treinamentos na Arena para ter a adaptação. Ele não tem buracos e é parelho. Um gramado pronto facilitaria a vida do jogador, mas o piso da Arena está melhorando", disse.

Grêmio jamais perdeu para venezuelanos na Libertadores

Tudo bem que o número de confrontos entre Grêmio e times venezuelanos na Copa Libertadores é pequeno, mas o Tricolor gaúcho entra em campo na noite desta terça-feira contra o Caracas, ostentando o fato de jamais ter perdido para equipes da Venezuela. Aliás, o confronto mais recente foi diante do próprio Caracas, em 2009.

A outra vez em que o clube atuou contra um time venezuelano foi em 1984. Foram duas vitórias, uma delas com direito a goleada. Na primeira partida contra o Universidad Los Andes, longe do território gremista, Renato e Caio garantiram o triunfo por 2 a 0. No Olímpico, o Grêmio passeou em campo e bateu o oponente por 6 a 1, gols de Caio, Tarciso (2), Guilherme (2) e De León.


Máxi Lopez esteve em campo no duelo entre Grêmio e Caracas em 2009 / Foto: Thomas Coex /AFP/CP

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Fonte: Lancepress






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