 Barcos abriu o caminho para vitória do Grêmio sobre o Caracas Crédito: Mauro Schaeffer
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Barcos abriu o caminho para vitória do Grêmio sobre o Caracas
Crédito: Mauro Schaeffer
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A possibilidade de Grêmio e Caracas não ocorrer na próxima terça-feira é praticamente nula. A garantia é da própria Conmebol. Não houve, em função da morte do presidente Hugo Chávez, qualquer pedido da Federação Venezuelana de Futebol ou do clube, de transferência da partida. "Não tem mudança alguma. O jogo é na terça-feira", salientou, em entrevista ao Correio do Povo, o secretário-geral da entidade, Figueiredo Brítez.
Nessa quarta-feira, a Federação Venezuelana de Futebol comunicou luto oficial de sete dias, sem partidas neste período. No entanto, não altera o confronto pela Libertadores. "Não afeta em nada. Nem recebemos nenhum pedido deles", completou.
Mesmo que haja alguma solicitação para o adiamento, é praticamente impossível que ela seja aceita pela Conmebol. "É muito difícil. Primeiro tem que ver a programação da televisão. Depois é preciso ter a concordância da equipe adversária", ressaltou Brítez.
O Grêmio observa a situação de longe. Ao mesmo tempo, o clube também observa como o país, e especialmente Caracas, tem reagido à morte de Chávez. Por enquanto, a programação original está mantida, com a ida no sábado depois do treino. "Estamos monitorando tudo. Conversamos com os dirigentes do Caracas no jogo. Eles não acreditam que vai haver qualquer tumulto ou revolta no país. É mais o luto nestes primeiros dias", destacou o assessor de futebol, Marcos Chitolina.
Fonte: William Lampert / Correio do Povo
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