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A mística de La Bombonera está sendo superada pela má qualidade do futebol do Boca Juniors em 2013. Nesta quinta-feira, mesmo com Riquelme voltando a defender a equipe na competição, o Nacional arrancou vitória essencial no Grupo 1. O 1 a 0 definido pela cabeça de Scotti foi a terceira derrota consecutiva na casa que amedrontava os rivais no passado.
O Xeneize é o terceiro colocado da chave com três pontos e duas derrotas como mandante. Riquelme, por sua vez, não sabe o que é vencer em seu retorno ao clube depois de oito meses parado. Já os uruguaios disparam na liderança isolada com sete pontos, quatro a mais do que o segundo colocado, o Toluca.
Nos primeiros minutos, o Boca veio para cima sem cerimônia. Na base do abafa tentou penetrar na defesa de um Nacional todo fechado, saindo em velocidade pelos lados. Mas a equipe argentina se descuidou atrás e ainda no primeiro tempo o xerife Scotti se enfiou entre dois marcadores e mandou de cabeça para o fundo das redes.
Depois de sofrer o gol, a velocidade do Boca aumentou ainda mais, mas a defesa uruguaia foi "copera" como de costume e segurou a avalanche argentina. Tanto pelo alto quanto por baixo, o time portenho esbarrou no goleiro Bava e no lateral colombiano Cortés, improvisado também de zagueiro para fortalecer a muralha tricolor.
Ainda mais desorganizado, o Boca seguiu embolando na frente e tentando, na base da força, entrar na área do adversário. Com Riquelme apagado, a missão ficou mais complicada. Mesmo nas bolas paradas o meia argentino não conseguiu fazer a diferença e apenas uma cobrança sua necessitou de intervenção do goleiro rival, que pegou firme, sem dar chances aos adversários.
Pelo Grupo 6, outra tradicional equipe da Libertadores seguiu vivendo pesadelo. O Cerro Porteño perdeu a chance de pontuar pela primeira vez dentro de sua própria casa. Foi derrotado, de virada, pelo Independiente de Santa Fé por 2 a 1, em Assunção. Fabbro, no final do primeiro tempo, abriu o marcador para os donos da casa. Na segunda etapa veio a tragédia para o time comandado pelo uruguaio Jorge Fossati. Perez, de pênalti, deixou tudo igual. Martínez foi expulso e deixou o Cerro com dez. Para piorar, Perez, novamente cobrando penalidade máxima, colocou os colombianos em vantagem.
Fonte: Lancepress
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