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Ibsen Pinheiro assume Conselho do Inter para apaziguar críticas
Crédito: Fabiano do Amaral
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Assustado com as dificuldades que a falta do Beira-Rio inevitavelmente trará nos próximos meses – inclusive um decréscimo orçamentário –, Giovanni Luigi trocou uma promessa de paz pelo apoio político a Ibsen Pinheiro e Companhia. Nesta segunda-feira, o ex-deputado foi empossado como novo presidente do Conselho Deliberativo (CD) do Inter, cargo que ocupará pelos próximos dois anos.
O compromisso, a partir de agora, é de que as críticas internas e a tradicional “corneta” arrefeçam. “As diferenças devem ser administradas com civilidade”, enfatizou Ibsen. O dirigente foi aclamado, já que encabeçava a única chapa apresentada, representando não somente os quatro movimentos que compõe o “Diretas Sempre”, como também o Convergência Colorada e os sete grupos que dão sustentação à gestão de Giovanni Luigi.
No entanto, não houve unanimidade. Os conselheiros Tiago Issa e Ricardo Giuliani não subscreveram o acordo que levou Ibsen à presidência do CD. Além disso, o Coração Colorado, que tem entre seus 22 conselheiros o diretor de futebol Luis César Souto de Moura, não compareceu à reunião. Ou seja, não apoiou o “acordão”.
Curiosamente, apesar de pertencer ao “Diretas Já”, Ibsen não é contra a cláusula de barreira nas eleições para presidente do clube. Apesar de uma reforma estatutária estar nos planos, a cláusula – que garantiu a eleição de Giovanni Luigi em dezembro – deve continuar em vigor, provavelmente com uma diminuição no percentual. Atualmente, ela é de 25% dos votos do CD. “Uma reforma estatutária é uma das nossas prioridades. Mas a maioria (dos conselheiros) é que vai decidir qual a reforma que faremos”, despistou o presidente do Conselho.
Fonte: Fabrício Falkowski/Correio do Povo
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