 São Paulo perdeu para o Arsenal na Argentina Crédito: Juan Mabromata / AFP / CP
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São Paulo perdeu para o Arsenal na Argentina
Crédito: Juan Mabromata / AFP / CP
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À medida que os resultados não vêm e o risco de não se classificar à próxima fase da Libertadores aumenta, a situação do técnico Ney Franco à frente do São Paulo fica cada vez mais delicada. Porém, pelo menos nas palavras da diretoria são-paulina, o comandante está respaldado e não corre, por enquanto, risco de demissão.
De acordo com o vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, a falta de resultados - principalmente no torneio continental - incomoda, mas prefere não atribuir o mau momento do Tricolor ao treinador. Ainda, sobre a permanência de Ney, diz que o assunto não é de sua responsabilidade. "Quem está à frente dessa parte (Ney Franco) é o Juvenal e o Adalberto, não falo com eles desde o jogo do Palmeiras. Lógico que o momento é de insatisfação, de desgosto com os resultados que não estão vindo, com a possibilidade de não classificar na Libertadores. Mas não credito isso a alguém específico", declarou.
Perguntado sobre a atitude do zagueiro Lúcio, que, insatisfeito com a substituição no início do segundo tempo deixou o vestiário antes dos companheiros e se encaminhou ao ônibus da delegação, Leco não vê grande problema no comportamento do experiente defensor. "Não acho que seja algo normal ou anormal. Durante a minha vida, gostei de quando as pessoas mostraram insatisfação com situações assim. Mas sobre o clima, prefiro não falar", completou o dirigente.
Fonte: Lancepress
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