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16/12/2013 10:59 - Atualizado em 16/12/2013 11:01

Grêmio segue conversas com OAS e novo contrato só deve sair em 2014

Clube e construtora ainda debatem sobre cadeiras “fantasmas” após Conselho liberar negociações

Grêmio busca aliviar questão financeira com novo contrato<br /><b>Crédito: </b> Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / CP
Grêmio busca aliviar questão financeira com novo contrato
Crédito: Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / CP
Grêmio busca aliviar questão financeira com novo contrato
Crédito: Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / CP

O novo acordo entre Grêmio e OAS não deve ser assinado em 2013. Após longas negociações e duas "comemorações" de acerto, a assinatura no vínculo que muda a parceria para a gestão da Arena só deve ser celebrada em 2014. A negociação é considerada complicada e, por isso, um acerto ainda neste ano é visto como “difícil” pelas partes.

O Conselho Deliberativo gremista deu carta branca para que o clube negocie com a construtora o que fazer sobre as cerca de 1,4 mil cadeiras inexistentes, segundo a vistoria feita pelo Tricolor. O clube apresentou uma proposta para OAS, mas ainda não obteve resposta. Reuniões até são feitas, mas sem definição.

Com a proximidade do final do ano, o prazo seria exíguo para que o acordo fosse celebrado. Após o consenso entre o que deveria ser feito - a OAS poderia ressarcir o Grêmio pelo descumprimento do que estava em contrato -, seria necessário uma revisão jurídica. Algo que toma tempo.

“Fizemos uma proposta para OAS e não obtivemos resposta ainda sobre a questão das cadeiras. Me parece difícil que haja uma assinatura de contrato ainda em 2013”, disse Evandro Krebs, responsável por liderar a vistoria final na Arena.

O Tricolor gaúcho mudou 14 pontos no acordo que rege a parceria. O principal deles diz respeito ao repasse anual do clube para a OAS, para que possa colocar os sócios nas arquibancadas do estádio. A assinatura era esperada para que o déficit do clube pudesse ser diminuído: a previsão é que feche próximo dos R$ 80 milhões. O presidente Fábio Koff já lidera uma mudança nos moldes financeiros para 2014 no futebol. Dida e Vargas saíram por isso, e Elano pode tomar o mesmo caminho. A permanência de Renato também passa por essa questão - por isso o acerto com Enderson Moreira encaminhado -, assim como a continuidade de Zé Roberto.

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Fonte: Lancepress







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