Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 24/01/2014
  • 08:46
  • Atualização: 09:15

Justiça ordena que Google retire imagens de orgias de Max Mosley

Ex-presidente da FIA teve vídeos e fotos comprometedores divulgados em 2008

Mosley pediu que Google bloqueasse seis imagens extraídas de um vídeo  | Foto: Carl Court / AFP / CP

Mosley pediu que Google bloqueasse seis imagens extraídas de um vídeo | Foto: Carl Court / AFP / CP

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  • AFP

A justiça alemã ordenou nesta sexta-feira que o Google retire as imagens das orgias sadomasoquistas do
ex-presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) Max Mosley. A Corte alegou a defesa da vida privada do ex-dirigente.

As imagens, publicadas inicialmente em 2008 pelo semanário britânico "News of the World", mas que continuam acessíveis na internet, "violam a intimidade do demandante", considerou o juiz Smone Kafer, do tribunal superior de Hamburgo (norte). Max Mosley havia conseguido uma vitória similar contra o Google no dia 6 de novembro ante a justiça francesa.

Na Alemanha, o ex-presidente da FIA exigia que o Google bloqueasse seis imagens extraídas de um vídeo nas quais era visto com cinco prostitutas fantasiadas – algumas com roupas que lembravam os nazistas – ou com as vestes listradas características dos campos de concentração.

Mosley rejeitou qualquer conotação nazista e denunciou uma violação de sua vida privada. Algumas pessoas pediram naquele momento sua renúncia, mas ele permaneceu em seu posto até novembro de 2009.


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