Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 05/02/2014
  • 10:05
  • Atualização: 10:08

Para Barcos, jogar rojões em campo é uma "burrada"

Atacante fez apelo para torcida do Grêmio após problema no Alfredo Jaconi

Atacante fez apelo para torcida do Grêmio após problema no Alfredo Jaconi | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / CP

Atacante fez apelo para torcida do Grêmio após problema no Alfredo Jaconi | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / CP

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  • Lancepress

A última participação do Grêmio no Gauchão ficou marcada pelo empate dos titulares, sem jogar um bom futebol, e pelos dois rojões arremessados pela torcida gremista no gramado do Alfredo Jaconi. Capitão gremista, o centroavante Barcos faz um apelo e pede que os torcedores mantenham bom comportamento a partir de agora.

A relação do Tricolor com a torcida, principalmente com a Geral, está estremecida. Após a divulgação dos repasses de mais de R$ 1 milhão da gestão anterior, os subsídios foram cortados. E os torcedores protestam – na vitória do time sub-20 sobre o Brasil de Pelotas, hostilizaram os dirigentes do futebol e chegaram a perder o gol de Luan, que garantiu os três pontos. Os rojões jogados no campo no último domingo podem custar 20 mandos de campo.

"O torcedor tem que compreender que perder o mando de campo prejudica a eles e a nós. Fazer uma burrada dessa seria prejudicar a todo mundo", pediu o camisa 9 argentino.

A relação entre diretoria e Geral está instável. A torcida constantemente não consegue adentrar a Arena com instrumentos e trapos. A justificativa da Brigada Militar é que não há cadastro dos líderes. O presidente Fábio Koff apela para que os gremistas aceitem o registro. A negociação é conduzida por um dos vice-presidentes, Nestor Hein.

"O proposto é que as organizadas tenham personalidade jurídica. Que obedeçam a legislação. É o que exige a lei, que sejam cadastrados, para até que recebam auxílio, com fontes de renda lícitas controladas pelo clube. Há um esforço louvável do Dr. Nestor Hein neste contato com as organizadas. Mas é muito difícil", destacou Koff em entrevista para a Rádio Bandeirantes.


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