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12/02/2014 07:49 - Atualizado em 12/02/2014 07:58

"É um sonho", diz Barcos sobre levantar a taça da Libertadores

Jogador argentino quer ser o terceiro Capitão América na história do Grêmio

Jogador argentino quer ser o terceiro Capitão América na história do Grêmio<br /><b>Crédito: </b> Lucas Uebel / Grêmio Oficial / CP
Jogador argentino quer ser o terceiro Capitão América na história do Grêmio
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio Oficial / CP
Jogador argentino quer ser o terceiro Capitão América na história do Grêmio
Crédito: Lucas Uebel / Grêmio Oficial / CP

Hernán Barcos, a partir desta quinta-feira, em Montevidéu, tenta seguir os passos de Hugo de León e Adílson. Quer ser o terceiro Capitão América na história do Grêmio. Ainda em Porto Alegre, o centroavante argentino conversou com o Correio do Povo para falar da Copa Libertadores que começa para o clube diante do Nacional.

Em 1983 e 1995, nas duas conquistas gremistas, coube a um defensor a honra de levantar a taça mais cobiçada do continente. O camisa 9 quer quebrar esta escrita em 2014 e incluir seu nome neste seleto hall. “É um sonho. Tomara que aconteça. Estamos trabalhando para levantar várias taças”, avisa.

A braçadeira de capitão lhe caiu perfeitamente. O jogador argentino, de um modo geral, tem por característica incorporar a função e levar ela a sério. Assume realmente o posto de principal liderança do elenco. “O capitão não é só quem leva a faixa dentro de campo, mas quem faz coisas pelo grupo fora dele também. Tem que tentar sempre proteger o grupo”, explica.

O centroavante não precisou de muito tempo para virar um dos principais líderes do grupo. O posto de capitão chegou logo, porém não deixou de causar uma enorme surpresa. Na última rodada da fase de grupos da Libertadores de 2013, contra o Huachipato, no Chile, alegando que o atleta falava a mesma língua do árbitro, Vanderlei Luxemburgo o promoveu ao posto no lugar do meia Zé Roberto.

Falar o mesmo idioma da grande maioria dos juízes é um dos benefícios de ter um capitão estrangeiro. “Acho que é importante poder conversar com o árbitro, tanto em casa como sendo visitante. Falo o espanhol e tenho essa vantagem que outros clubes brasileiros não têm”, destaca. Outra função sua é conversar com os mais jovens, especialmente agora em uma competição como a Libertadores. “É uma competição diferente, onde tem que estar ligado sempre durante os 90 minutos”, salienta.

A braçadeira, no entanto, não lhe afasta da sua principal função. Fazer gols ainda é o seu ofício. Na atual temporada já são três em quatro partidas. Agora, o sonho é brigar para ser o goleador da Libertadores. “Trabalho para isso e ser artilheiro é uma parte para ajudar o Grêmio. Mas o mais importante é que o clube possa conseguir as vitórias que vai me dar mais tranquilidade do que apenas fazer gols”, diz.

Sob a bênção da camisa 6, vestida por de León na primeira Libertadores gremista, e da camisa 4, trajada por Adílson no bicampeonato, Barcos quer entrar para a história e colocar a sua camisa 9 neste seleto grupo composto por dois defensores que marcaram história no Grêmio.

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Fonte: William Lampert / Correio do Povo






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