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02/04/2014 08:41 - Atualizado em 02/04/2014 08:57

Conselho Fiscal do Inter encontra problemas no balanço de 2013

Clube gastou R$ 205 milhões e ultrapassou orçamento para temporada

Luigi deve enfrentar forte oposição no Conselho Deliberativo<br /><b>Crédito: </b> Samuel Maciel / CP Memória
Luigi deve enfrentar forte oposição no Conselho Deliberativo
Crédito: Samuel Maciel / CP Memória
Luigi deve enfrentar forte oposição no Conselho Deliberativo
Crédito: Samuel Maciel / CP Memória

O clima de festa, emulado pelos eventos de reinauguração do Beira-Rio e pelo próprio aniversário do Inter, não significam trégua política para o presidente Giovanni Luigi. Tudo indica que o mandatário enfrentará forte oposição na próxima reunião do Conselho Deliberativo, marcada para a segunda-feira. O Conselho Fiscal, que analisa tecnicamente os números antes dos demais conselheiros, fez várias reuniões nas últimas semanas e encontrou alguns problemas no balanço financeiro.

O Conselho Fiscal do clube indicou a "aprovação com ressalvas" das contas. Dois dos integrantes do Conselho Fiscal, inclusive, indicaram a reprovação. Os outros seis votaram pelas observância das ressalvas.

Todos os mais de 300 conselheiros do clube devem receber, por e-mail, o parecer do Conselho Fiscal durante. O documento aponta os motivos da não aprovação pura e simples. Entre eles, confirma um desequilíbrio muito grande entre o orçamento, aprovado no ano anterior, e o que acabou se realizando ao longo da temporada.

No item despesas, por exemplo, o clube tinha orçado um total de R$ 170 milhões para todo 2013, mas acabou gastando R$ 205 milhões. O departamento de futebol foi o grande responsável pela quebra, gastando R$ 187
milhões - R$ 55 milhões acima do orçamento. O Conselho Fiscal também apontou problemas envolvendo pagamentos de comissões indevidas em negócios envolvendo Oscar (venda) e Ignácio Scocco (compra).

O pior, que seria a reprovação, não deve ocorrer, ainda que alguns conselheiros votem por ela na reunião. Afinal, os movimentos de Situação ainda têm predominância no Conselho Deliberativo. A tendência é que a maioria siga
a orientação do Conselho Fiscal e aprove as contas de 2013 com ressalvas, o que significaria uma mácula para a gestão do presidente Luigi.

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Fonte: Fabrício Falkowski / Correio do Povo






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