Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 09/04/2014
  • 21:25
  • Atualização: 21:49

Luigi define como “revoltante” decisão de não liberar Beira-Rio

Presidente do Inter disse que autoridades entenderam que não havia condições para Gre-Nal de domingo

Luigi define como "revoltante" decisão de não liberar Beira-Rio | Foto: Ricardo Giusti

Luigi define como "revoltante" decisão de não liberar Beira-Rio | Foto: Ricardo Giusti

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

O presidente do Inter, Giovanni Luigi, criticou a postura das autoridades de segurança de não liberar o estádio Beira-Rio para o Gre-Nal decisivo do Gauchão, neste domingo, às 16h. Nesta quarta-feira, o Colorado anunciou que o clássico será disputado no estádio Centenário, em Caxias do Sul. “É revoltante”, decretou o mandatário, em entrevista à Rádio Guaíba.

“A duras penas, dois anos trabalhando para ter o estádio e agora a gente não poder jogar em casa no Gre-Nal. A maior prova é que tivemos por dois dias seguidos 50 mil pessoas no Beira-Rio e tudo funcionou perfeitamente”, criticou o presidente. “Por fatores que transcendem à boa vontade do Inter a gente não pode atuar em nosso estádio”, acrescentou.

Conforme Luigi, o que motivou a não liberação do Beira-Rio foi o resto de material de obras nas ruas próximas ao estádio. “Tem a questão das obras, porque tem muito resíduo material de construção ficar nas ruas próximas. Por isso, as autoridades competentes entendem que não há condições para o jogo, que é um Gre-Nal. Entendem que teríamos um risco eminente”, contou.

Sobre algum tipo de dano que poderia ser causado pelos torcedores do Grêmio ao estádio colorado, o presidente lembrou que o Inter não teria nenhum problema, já que a conta iria para a direção gremista. “Lembro que no último Gre-Nal na Arena, o Grêmio mandou a conta e o Inter que pagou o prejuízo. Com conscientização e sabendo que quem vai pagar é o seu próprio clube, a gente pode imaginar um clássico de duas torcidas. A gente pode lembrar que não faz muito tempo que a torcida do adversário tinha cerca de 10 mil lugares”, lembrou.

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