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14/04/2014 14:22 - Atualizado em 14/04/2014 14:23

Em nota oficial, Comissão de Arbitragem do RJ admite erro, mas absolve auxiliar

Árbitro da partida concedeu o gol flamenguista para Nixon, que estava em posição regular

A Comissão de Arbitragem do Rio de Janeiro (COAF-RJ) divulgou nesta segunda-feira uma nota oficial, onde presta esclarecimentos sobre o lance polêmico que resultou no gol irregular de Márcio Araújo, aos 45 minutos do segundo tempo, e garantiu o título carioca ao Flamengo. O texto, assinado pelo presidente da COAF-RJ, Jorge Rabello, defende a arbitragem e diz que só é possível ver a irregularidade no lance após a consulta a meios tecnológicos, haja visto que o gol foi dado a Nixon, que estava em posição legal após o toque de cabeça.

“A Comissão de Arbitragem, vendo e revendo o lance através do replay, uma vez mais se depara com os limites da capacidade de percepção do ser humano em determinados, difíceis e duvidosos lances, cuja demonstração, à luz da tecnologia, são insuficientes para decisões induvidosas e geradores de equívocos irreparáveis que poderiam ser evitados se para a modalidade futebol fossem desenvolvidos, permitidos e implantados métodos de diagnóstico mais precisos e capazes de auxiliar os árbitros em suas decisões”, diz parte da nota.

No jogo, o Vasco da Gama vencia por 1 a 0, resultado que lhe dava ao título. O gol de Márcio Araújo, que estava em claro impedimento, garantiu o empate e a taça ao Flamengo, que tinha vantagem do empate por ter a melhor campanha no estadual do Rio de Janeiro.

Confira a nota da COAF-RJ na íntegra:

"Em relação ao gol do CR Flamengo, a Comissão de Arbitragem, vendo e revendo o lance através do replay, uma vez mais se depara com os limites da capacidade de percepção do ser humano em determinados, difíceis e duvidosos lances, cuja demonstração, à luz da tecnologia, são insuficientes para decisões induvidosas e geradores de equívocos irreparáveis que poderiam ser evitados se para a modalidade futebol fossem desenvolvidos, permitidos e implantados métodos de diagnóstico mais precisos e capazes de auxiliar os árbitros em suas decisões. No caso em questão somente após a revisão do lance por vários ângulos com o auxilio de diversas câmeras permitiu distinguir a autoria do gol, equivocadamente atribuída ao atleta Nixon (em posição regular). Face ao exposto a Comissão não tem como discordar que, apesar do grau de dificuldade do lance, o real autor do gol estava em posição irregular, elucidada com os recursos da tecnologia."


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Fonte: Lancepress






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