Porto Alegre, sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

  • 14/04/2014
  • 21:05
  • Atualização: 21:26

"Grupo da morte era grupo dos mortos", afirma Paulo Odone

Ex-dirigente aponta trabalho "ruim no estadual" do Grêmio e avisa sobre riscos da Libertadores

Odone alerta sobre riscos do Grêmio na Libertadores | Foto: Fabiano do Amaral

Odone alerta sobre riscos do Grêmio na Libertadores | Foto: Fabiano do Amaral

  • Comentários
  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

O ex-presidente do Grêmio, Paulo Odone, estava com a “corneta” preparada em entrevista à Rádio Guaíba nesta segunda-feira. Para o deputado estadual, a atual direção tricolor fez um mau trabalho no Gauchão e precisa ficar alerta contra o “oba oba” na Libertadores. “O que se chamou de grupo da morte é mais o grupo dos mortos”, disparou.

Para o ex-dirigente, a ideia de que os adversários eram muito fortes ficou apenas no papel e o Grêmio precisa ficar alerta na fase eliminatória. “Os colombianos (Atlético Nacional) eram um pouco melhores mesmo, mas os outros dois se viu que ficou apenas no nome, somente camiseta”, relatou Odone. “Não dá para fazer a avaliação eufórica que se vinha fazendo.”

Odone reconheceu que o treinador, Enderson Moreira, montou um bom sistema defensivo, apesar da goleada sofrida no Gre-Nal, mas que falhou ao tirar Edinho. “Trouxeram apenas um volante, um exímio desarmador, mas o resto é meio volante. Quando ele tentou mostar ousadia e tirar o Edinho, desmontou”, comentou o ex-presidente.

“O Grêmio tem um time disciplinado, bem colocado para marcar, mas quando o outro time resolve tocar a bola com qualidade, aí surge o ponto fraco”, analisou. “A equipe tem muita dificuldade com a posse de bola e também em construir, até dentro de casa. Precisa ver como dar criatividade sem desmanchar a boa organização defensiva”, aconselhou.

Bookmark and Share 


TAGS » Grêmio, Futebol, Esporte