Porto Alegre, quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

  • 28/04/2014
  • 15:59
  • Atualização: 16:11

Menos de 50% do entorno do Beira-Rio está liberado para estruturas temporárias

Posto de combustível e lancheria são principais entraves para obras

Conforme cronograma estabelecido até 21 de maio, a de infraestrutura deve ser entregue a Fifa  | Foto: Divulgação Inter / CP

Conforme cronograma estabelecido até 21 de maio, a de infraestrutura deve ser entregue a Fifa | Foto: Divulgação Inter / CP

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  • Lucas Rivas / Rádio Guaíba

O Comitê Gestor da Copa do Mundo informou nesta segunda-feira que até agora menos de 50% do entorno do estádio Beira-Rio foi liberado para a instalação das estruturas temporárias. A construção das estruturas foi dividida em duas etapas. Conforme cronograma estabelecido até 21 de maio, a de infraestrutura deve ser entregue a Fifa. Já o setor que envolve a rede de tecnologia deve ser instalado e testado até 31 de maio.

O complexo do Beira-Rio foi subdividido em oito áreas. Uma delas é o espaço 1, que foi pavimentado pela Prefeitura e começou a receber os caminhões com os equipamentos da empresa HBS, responsável por garantir a transmissão de TV dos jogos do Mundial. A entrega do espaço ocupado por um posto de combustível ao lado do estádio, assim como a área que pertence à lancheria Mek Aurio, estão entre os principais entraves.

O coordenador executivo do Comitê Gestor da Copa 2014 RS (CGCopa), Maurício Santos, explica que a chegada dos equipamentos coordenados pela Fifa começou a trazer alento aos organizadores. “A expectativa de iniciar a montagem da rede de transmissão de TV era a que mais preocupava neste momento para dar tempo de executar os testes na área de segurança”.

Ainda assim, faltando pouco de um mês para garantir as obras, o Inter ainda não informou o nome da empresa que vai gerenciar as estruturas. Representantes do Piratini, Prefeitura e Internacional já conseguiram captar interessados em bancar de 60% a 70% das obras, orçadas em R$ 25 milhões, sem a intervenção da empresa integradora. Pelo menos oito interessados manifestaram a intenção de financiar as estruturas temporárias em troca de isenção fiscal. Entre as empresas estão a Vonpar e a Gerdau.

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