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10/05/2014 09:09 - Atualizado em 10/05/2014 09:18

Entulho no Beira-Rio opõe Inter e Andrade Gutierrez

Clube e construtora são pressionados a retirar 20 mil metros cúbicos de restos de obra

Clube e construtora são pressionados a retirar 20 mil metros cúbicos de restos de obra<br /><b>Crédito: </b> Ricardo Giusti
Clube e construtora são pressionados a retirar 20 mil metros cúbicos de restos de obra
Crédito: Ricardo Giusti
Clube e construtora são pressionados a retirar 20 mil metros cúbicos de restos de obra
Crédito: Ricardo Giusti

Mais que um embate entre os dirigentes colorados e a Prefeitura de Porto Alegre, o caso dos entulhos que impedem o andamento normal das obras ao redor do Beira-Rio pode ficar marcado como o primeiro que colocará Inter e Andrade Gutierrez (AG) em lados opostos. Apesar de o conflito ainda ser interno, ele já é latente.

Ambos estão sendo pressionados pela prefeitura para retirar cerca de 20 mil metros cúbicos de restos de obra de um terreno onde deverá ser construído um estacionamento. O problema foi revelado pelo Correio do Povo em sua edição de quarta-feira.

A construtora diz que o entulho não é sua responsabilidade. De acordo com ela, o material que foi produzido na obra já foi retirado. Esta, porém, não é a opinião dos dirigentes colorados. Para eles, limpar o terreno é responsabilidade da AG. Mas só o presidente Giovanni Luigi manifesta-se sobre o assunto. Ele teme o acirramento do atrito com a parceira dos próximos 20 anos.

A origem da disputa está em 2010. Em dezembro deste ano, quando o Inter estava em Abu Dhabi para disputar o Mundial, o então presidente Vitorio Piffero ordenou o início das obras. Emídio Ferreira, que era vice-presidente de Patrimônio, contratou uma empresa, que iniciou a demolição das arquibancadas inferiores. A obra durou apenas dois meses. Foi paralisada em janeiro, nos primeiros dias da gestão de Giovanni Luigi.

Segundo a AG, todo o material que agora causa problema foi retirado naquela época. Para o Inter, não. "O entulho que está lá é da Andrade Gutierrez. Eu garanto. Eles têm de pagar a retirada", afirma Emídio Ferreira.

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Fonte: Correio do Povo






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