Porto Alegre, quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

  • 15/05/2014
  • 18:04
  • Atualização: 18:16

Por necessidade do Grêmio, Riveros aceita pedir liberação da seleção paraguaia

Volante pode desfalcar o Tricolor em dois jogos do Brasileirão se não for desconvocado

Riveros está disposto a deixar de defender seleção para seguir no Grêmio | Foto: Cristiano Munari / Especial CP

Riveros está disposto a deixar de defender seleção para seguir no Grêmio | Foto: Cristiano Munari / Especial CP

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  • Correio do Povo

O volante Riveros vive uma situação normalmente incômoda para os jogadores. Convocado pela seleção do Paraguai para os amistosos contra Camarões e França, ele poderá desfalcar o Grêmio em dois jogos do Brasileirão. Por isso, a diretoria tentará sua liberação junto à federação paraguaia. Nesta quinta-feira, ele ressaltou que gostaria de defender seu país mesmo que a seleção não esteja classificada para a Copa do Mundo, mas que está disposto a abrir mão do chamado pela necessidade do Tricolor de manter o time forte no Brasileirão.

“Todo mundo quer ir para a seleção. Estando na Copa do Mundo ou não, todo jogador tem que ir sempre. Não tem que escolher. Um jogador que ama seu país tem que ir sempre, mas eu não ficaria incomodado de ter que ficar aqui. O time está precisando ter continuidade, da base da equipe para ter sequência de jogo e se firmar. Esperamos pela resposta da federação e irei ficar sem problemas se eles derem a liberação”, disse o volante gremista.

O Paraguai enfrenta Camarões e França nos dias 29 de maio e 1º de junho, respectivamente. Se Riveros não for liberado da convocação, irá desfalcar o Grêmio nos jogos contra Sport e Palmeiras pelo Brasileirão.

Enquanto não sabe se poderá atuar nesse dois jogos, ele se prepara para a partida contra o Fluminense neste domingo na Arena quando terá Ramiro como companheiro no setor de marcação do meio-campo – Edinho está suspenso. Mesmo com o novo parceiro tendo características mais ofensivas que o titular, Riveros não acredita que o Grêmio estará exposto diante dos cariocas.

“Edinho é um jogador de muita marcação, mas o Ramiro também tem essa característica. Ele marca e também sai para armar as jogadas. Isso é um assunto de conversa entre os dois. Quando um vai, outro fica. Isso é difícil definir como vai funcionar. Não tem um que vai ficar ou atacar mais. Temos que saber que não pode ir todo mundo para o ataque e temos que segurar um para não deixar espaço atrás”, analisou.

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TAGS » Grêmio, Futebol, Esporte