Porto Alegre, quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014

  • 16/05/2014
  • 22:47
  • Atualização: 23:17

Coligay abriu espaço para mulheres no estádio, analisa jornalista

Autor de livro sobre torcida do Grêmio destaca papel de grupo que defendeu espaço dos homossexuais

Autor de livro sobre torcida do Grêmio destaca papel de grupo que defendeu espaço dos homossexuais | Foto: Reprodução CP

Autor de livro sobre torcida do Grêmio destaca papel de grupo que defendeu espaço dos homossexuais | Foto: Reprodução CP

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  • Rádio Guaíba

O jornalista autor do livro "Coligay - Tricolor e de Todas as Cores", Léo Gerchmann, conversou sobre a história da torcida do Grêmio que defendeu espaço aos homossexuais nos estádios. Para o escritor, a principal conquista do grupo fundado por Volmar Santos foi exatamente democratizar as arquibancadas.

"Eles abriram lugar não só para os homossexuais, mas para as mulheres", salientou. "Se elas iam no estádio nos anos 70 eram chamadas de 'vadias', ou coisa pior", relatou o jornalista.

Para Gerchmann, a coragem dos representantes da Coligay se destaca pelo cenário de repressão da década de 1970. "Em termos de gênero, era infinitamente mais difícil. Hoje as pessoas assumem a homossexualidade, não é tão fácil, mas existe uma convivência com isso", analisou.

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