Porto Alegre, segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

  • 28/05/2014
  • 20:21
  • Atualização: 08:18

Stephen Hawking aposta no Brasil para a Copa

Astrofísico calculou chances da seleção inglesa e condições ideais para cobrar pênaltis

Astrofísico calculou chances de seleção da Inglaterra e condições ideais para acertar pênaltis | Foto: Tim Anderson/Getty Images/AFP/CP

Astrofísico calculou chances de seleção da Inglaterra e condições ideais para acertar pênaltis | Foto: Tim Anderson/Getty Images/AFP/CP

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  • Correio do Povo

O astrofísico Stephen Hawking, considerado uma das mentes mais brilhantes do mundo, também gosta de futebol. Ele fez projeções para o sucesso da Inglaterra na Copa do Mundo, apostou no Brasil como favorito e, ainda, calculou as condições ideais para converter um pênalti no blog Paddy Power, de site especializado em apostas.

"Eles reconheceram que, como físico teórico, estou um pouco mais qualificado para fazer previsões do que o Polvo Paul", brincou Hawking. O cientista relatou ter estudado todas as cobranças desde que a decisão por penalides foi introduzida, em 1978.

Segundo Hawking, a velocidade é a peça principal para fazer o gol. "Existe uma probabilidade de 87% de converter com uma distância maior que três passos da bola, contra 58% com menos que isso", analisou. Depois da corrida, o ideal é colocar a bola nos ângulos esquerdo ou direito, que anotam 84% de acertos. O astrofísico não conseguiu diferenciar chances maiores de canhotos ou destros batendo pênaltis, ao contrário da impressão geral de que a cobrança com a perna esquerda apresenta mais dificuldades.

Apostando no Brasil, Hawking sugere troca de esquema na Inglaterra

Questionado sobre as chances da seleção inglesa, Hawking deu poucas chances para otimismo aos seus compatriotas: "Meu dinheiro está no Brasil", comentou. "Os donos da casa venceram 30% das Copas e o fator ambiente, assim como psicológico da torcida é sabidamente um benefício.

Ele apontou, contudo, que os ingleses têm chance maior de sucesso de jogarem no 4-3-3 ao invés do 4-4-2, pela mentalidade positiva e agressiva que a tática sugere. Isso influenciaria positivamente no psicológico e botaria pressão no adversário. "Também precisamos de mais árbitros europeus, pois 63% dos jogos ganhos tinham o comando do Velho Continente, contra 38% de outras regiões."

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