Porto Alegre, sábado, 1 de Novembro de 2014

  • 03/06/2014
  • 12:53
  • Atualização: 13:01

Ex-presidente do Barcelona é indiciado pelo caso Neymar

Sandro Rosell foi indiciado por "crime contra o tesouro público"

Ex-presidente do FC Barcelona e Neymar durante apresentação do jogador | Foto: JOSEP LAGO / AFP / CP

Ex-presidente do FC Barcelona e Neymar durante apresentação do jogador | Foto: JOSEP LAGO / AFP / CP

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  • AFP

Depois de deixar o Barcelona em fevereiro, o ex-presidente do clube catalão Sandro Rosell foi indiciado nesta terça-feira por um juiz de Madri, como parte de uma queixa por "crime contra o tesouro público" na transferência do jogador brasileiro Neymar. O magistrado e baseou em um relatório que avalia o valor não recolhido por parte das autoridades fiscais, relacionado com a transferência de Neymar da Silva Santos Junior em 2,4 milhões de euros para 2011 e 6,7 milhões para 2013.

O documento evoca possíveis fraudes também em 2014 num valor de 2,6 milhões de euros. A direção do Barcelona se viu abalada pela acusação contra o clube em fevereiro por "crime contra o tesouro público" na contratação de Neymar. Um caso que culminou em janeiro com a renúncia do presidente eleito em 2010, Sandro Rosell, e da posse de seu ex-braço direito, Josep Maria Bartomeu. O novo dirigente tentou acalmar as coisas, revelando o valor da transferência de Neymar, 86,2 milhões de euros, incluindo vários acordos complementares.

A justiça espanhola suspeita que algumas transações adicionais não foram sujeitas ao pagamento de tributos.
O clube também depositou uma "regulação voluntária" de 13,5 milhões de euros ao fisco espanhol. Durante  entrevista  em março, Josep Maria Bartomeu assegurou que este pagamento deveria ser entendido como um ato de "prudência" e não como uma admissão de culpa.

Pouco antes, o Barça já havia sofrido outro terremoto judicial. Em setembro, um juiz ouviu Lionel Messi em um caso de suspeita de evasão fiscal.


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