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04/06/2014 08:15 - Atualizado em 04/06/2014 08:21

Novas regras nas eleições dependem de acordo entre grupos do Inter

Principal alteração do novo estatuto é o índice necessário para candidato se eleger em primeiro turno

Novas regras nas eleições dependem de acordo entre grupos do Inter<br /><b>Crédito: </b> Fabiano do Amaral / CP Memória
Novas regras nas eleições dependem de acordo entre grupos do Inter
Crédito: Fabiano do Amaral / CP Memória
Novas regras nas eleições dependem de acordo entre grupos do Inter
Crédito: Fabiano do Amaral / CP Memória

Aprovar novas regras para a escolha do presidente do Inter a tempo de elas serem usadas já na próxima eleição é o grande desafio de Ibsen Pinheiro. Mas não se trata de uma tarefa simples. "Para ter sucesso, precisamos conciliar os interesses das três grandes forças políticas que existem no Inter. Se houver divergência, não conseguiremos", enfatiza o presidente do Conselho Deliberativo (CD). O sucessor de Giovanni Luigi deve ser escolhido em dezembro.

Ibsen teme que a discussão sobre temas que não influenciam diretamente a eleição tranque a pauta e inviabilize a aprovação do novo estatuto, que é trabalhado por uma comissão de conselheiros há um ano. "Podemos até aprovar o estatuto como ele foi encaminhado pela comissão e marcar uma revisão para daqui a um ano", sugere.

Por outro lado, há poucas emendas apresentadas pelos conselheiros até agora, o que pode facilitar os trâmites. Na verdade, apenas uma sugestão foi feita, mas o prazo se encerra na próxima sexta-feira. Depois, na próxima segunda-feira, o CD se reúne para analisar e aprovar o texto do novo estatuto, que deve passar por uma assembleia geral de associados antes de entrar em vigor.

A principal alteração que o novo estatuto traz - pelo menos na proposta da comissão - é a necessidade de um candidato a presidente obter, no mínimo, 85% dos votos dos conselheiros em primeiro turno, coeficiente inatingível dentro do atual contexto político do Inter.

A regra atual impõe um segundo turno somente no caso de dois candidatos alcançarem pelo menos 25% dos votos do no primeiro turno, algo que não ocorreu na eleição de Luigi, em 2012. Por isso, os associados ficaram alijados do processo.

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Fonte: Correio do Povo






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