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05/06/2014 08:34 - Atualizado em 05/06/2014 08:41

Futebol do Inter ainda gasta demais

Investimentos foram reduzidos, mas ainda apontam para déficit operacional acima do projetado

Futebol do Inter ainda gasta demais<br /><b>Crédito: </b> André Ávila / CP Memória
Futebol do Inter ainda gasta demais
Crédito: André Ávila / CP Memória
Futebol do Inter ainda gasta demais
Crédito: André Ávila / CP Memória

Calcanhar de Aquiles da gestão do presidente Giovanni Luigi no ano passado, os gastos com o futebol foram reduzidos em 2014. No entanto, continuam acima daquilo que foi prometido pelos dirigentes no orçamento e apontam para um déficit operacional substancioso até o final do ano. É o que mostra o balancete que está sendo enviado para a residência dos conselheiros e será analisado pelo Conselho Deliberativo do Inter em reunião marcada para a próxima segunda-feira.

O Correio do Povo teve acesso ao documento, que possui nove páginas e mostra a situação financeira do clube nos primeiros quatro meses do ano. Ele comprova que os gastos com futebol - incluindo pagamento de salários e direitos de imagem - extrapolaram os limites impostos pelo orçamento aprovado pelo Conselho. Em janeiro, fevereiro, março e abril, o futebol colorado consumiu R$ 74,1 milhões - aproximadamente 13 milhões a mais que o valor orçado para o período.

Folha de pagamento pesada

A folha de pagamento continua pesando bastante. Nos primeiros quatro meses de 2014, o clube gastou R$ 25,1 milhões com pagamento de salários mais R$ 24,3 milhões com direitos de imagem. Ou seja, a folha segue acima dos R$ 12 milhões mensais e é uma das mais altas do futebol brasileiro - o Inter projetava gastar no máximo 10 milhões com folha por mês neste ano.

A situação do clube, porém, segue estável. As despesas foram altas, mas as receitas também estiveram acima. Até abril, o clube acumulou um déficit de 24 milhões - que será inevitavelmente compensado com a venda de jogadores. Outros dois dados do balancete chamam atenção: a quebra nas receitas com licenciamento de marca (de R$ 2,9 milhões para R$ 1,1 milhão) e a com o quadro social (de R$ 20,2 milhões para R$ 18,5 milhões).

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Fonte: Fabrício Falkowski / Correio do Povo






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