Porto Alegre, quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014

  • 29/06/2014
  • 13:29
  • Atualização: 13:45

Deschamps pede fim das reclamações por causa do calor e do gramado

Técnico da França evitou projetar confronto com Brasil na semifinal

Deschamps pede fim das reclamações por causa do calor e do gramado   | Foto: Evaristo Sá / AFP / CP

Deschamps pede fim das reclamações por causa do calor e do gramado | Foto: Evaristo Sá / AFP / CP

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  • Lancepress

O técnico da França, Didier Deschamps, acredita que já é hora de parar com as reclamações em virtude das partidas marcadas às 13h e pelo fato de não poder treinar no gramado do Estádio Mané Garrincha. Na segunda-feira, a seleção francesa enfrentará a Nigéria neste horário, pelas oitavas de final da Copa do Mundo,e, por isso, ele destacou que a palavra de ordem é adaptação.

Deschamps considerou que o calor poderá interferir no ritmo da partida, principalmente, porque ela pode terminar somente na disputa por pênaltis. Mas destacou que há atletas que atuam no Campeonato Inglês e já estão habituados a jogarem nesse horário.

"Nos três últimos dias tentamos nos adaptar a esse horário. É verdade que a temperatura é alta, que os nigerianos estão mais habituados ao calor, mas também existem jogadores que estão acostumados a jogar na Europa. Mas a preocupação é a umidade que, aparentemente, não está muito elevada. Então, vamos nos controlar. Estamos preparados", afirmou o técnico da França.

Sobre a proibição de treinar no gramado do Mané Garrincha, para que ele seja poupado, Deschamps fez pouco caso. Disse que não adianta fazer um cavalo de batalhas porque não pode fazer o reconhecimento, até porque, ele não vê muita utilidade em estar no local na véspera do jogo.

"Não preciso fazer um treinamento com jogadas ensaiadas. Para que treinar no campo? Temos de nos adaptar. A organização tem de poupar a grama. Então, a palavra de ordem é adaptação e nos adaptaremos com um sorriso", ressaltou Deschamps.

Sobre a Nigéria, o técnico da França analisou que os adversários são fortes na defesa e fisicamente. Por isso, ele quer que seus jogadores tenham a maior posse de bola para que possam impor o ritmo de jogo.

Ao ser indagado sobre um provável encontro com o Brasil na semiinal da Copa, Deschamps fugiu da questão. Frisou que seu pensamento, no momento, está no jogo com a Nigéria, porque de nada adianta pensar adiante se, amanhã, for derrotado.


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