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  • 11/09/2018
  • 18:28
  • Atualização: 18:37

Grêmio questiona súmula do Gre-Nal

Alberto Guerra e André Zonatta criticaram relatos do árbitro Péricles Cortez

Grêmio reclamou de relatos da súmula do Gre-Nal | Foto: Ricardo Giusti

Grêmio reclamou de relatos da súmula do Gre-Nal | Foto: Ricardo Giusti

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O Gre-Nal 417 segue sendo jogado nos microfones. Nesta terça-feira, além da entrevista do volante Maicon no CT do Grêmio, o assessor de futebol Alberto Guerra e o executivo André Zanotta também falaram. Os dirigentes reclamaram dos relatos do árbitro Péricles Cortez na súmula do clássico.

Cortez relatou na súmula os xingamentos de Maicon a alguns jogadores do Inter e também a tentativa do técnico Renato Portaluppi de entrar no vestiário do mandante do Beira-Rio. André Zanotta afirmou que causou estranheza o fato de o nome de nenhum jogador colorado ter sico citado. "Causou estranheza colocar na súmula apenas Maicon e Renato. O Maicon, como capitão, estava no lugar dele. Ele foi receber, como sempre faz, os atletas do campo. Na súmula dá a entender que ele não deveria estar lá. O Maicon respondeu uma provocação que o Damião fez e o D'Alessandro também. O que a gente se preocupa e estuda como avaliar junto à CBF é que houve uma provocação. O Maicon respondeu com a palavras relatadas, mas em nenhum momento partiu dele", disse Zanotta.

Alberto Guerra foi além e disse que o Inter quis ganhar o Gre-Nal na "marra". O dirigente reclamou de algumas ações do clube em relação à torcida gremista no Beira-Rio e criticou também a indicação dos auxiliares de Péricles Cortez na partida. Uma suposta violência de jogadores colorados dentro do campo também foi apontada por Alberto Guerra.

"Me surpreende essa inversão de valores. Parece que o Grêmio criou a confusão, mas foi tudo criado ao longo do jogo e terminou dessa forma no final. Uma coisa é você comemorar no seu vestiário, outra é ir na porta do vestiário apontar o dedo. Havia muitas pessoas que não são do jogo ali, torcedores e conselheiros do Inter estavam na porta do vestiário deles nos provocando", apontou antes de completar.

"A provocação faz parte e é uma das almas do futebol. É importante e mantém Inter e Grêmio grandes, mas ela tem que ficar só na provocação. A gente tinha informações que o Inter faria tudo para vencer esse Gre-Nal. Isso veio desde a escalação dos árbitros. Não do Péricles , mas de linha e quarto árbitro tiveram problemas aqui em partida do sub-23. A maneira como a nossa torcida foi recebida com pedras e depois para entrar no estadio também. O primeiro lance do jogo era no mínimo para amarelo. Ali mostrou como o Inter estava levando o jogo. Teve alguns episódios de agressões sem bola, do Alvez no Cícero, do Pottker no Cortez", finalizou.


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