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  • 28/12/2017
  • 07:17
  • Atualização: 07:45

Melhor escola é a base, diz Caíco

Valorização de jogadores jovens será um dos pilares do Inter em 2018

De férias no Litoral Norte, Caíco fala dos planos do Inter para 2018 | Foto: Guilherme Testa

De férias no Litoral Norte, Caíco fala dos planos do Inter para 2018 | Foto: Guilherme Testa

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  • Chico Izidro

Tendência que já havia sido sinalizada com a efetivação do técnico Odair Hellmann, a valorização das categorias de base do Inter foi reforçada com o anúncio de Caíco como auxiliar técnico. Ex-jogador e ídolo da difícil década de 1990, Caíco foi revelado no Beira-Rio e se tornou um dos heróis na conquista da Copa do Brasil em 1992. Aos 43 anos, já soma quatro anos de trabalho como auxiliar nas categorias de base. “A melhor escola é com aqueles profissionais da base. O dia a dia lá me deu experiência”, garante Caíco.

Com dificuldades para contratar, o Inter deverá se voltar para o que tem em casa para completar o grupo. Integrantes do time campeão brasileiro de aspirantes certamente terão espaço na equipe principal. Ainda mais com Odair e Caíco no comando.

“A base do Inter sempre revelou muitos jogadores e vai continuar em busca dessas revelações. Tem um trabalho de qualidade e vamos fomentar isso para que os jogadores subam e consigam colocar o Inter no patamar que merece”, diz Caíco.

Enquanto não inicia no novo trabalho a partir do dia 2 de janeiro, o ex-jogador aproveita o final de ano no litoral gaúcho, na praia de Capão da Canoa, ao lado da família. “A expectativa é das melhores neste novo caminho no Inter. Sempre vamos buscar vitórias. O Inter tem uma história bonita, de muitos títulos”, afirmou o ex-craque. “Em 2018, vamos trabalhar duro para que as coisas aconteçam”, ressaltou Caíco, que jogou em seu clube do coração até 1995, saindo depois para diversos times do Brasil e do mundo: Flamengo, Santos, Atlético Mineiro, Verdy Tokyo (Japão), Lugano (Suíça), Marítimo (Portugal). Encerrou a carreira em 2009.

“Desde que parei de jogar, fui em busca de conhecimentos, de estudar mais sobre esta área em que sempre trabalhei”, recorda Caíco. “E nestes quatro anos na base do Inter obtive bastante experiência para finalmente chegar ao profissional”.