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Porto Alegre, quarta-feira, 14 de Novembro de 2018

  • 28/08/2018
  • 15:48
  • Atualização: 15:54

Tecnologia está atrelada à competitividade do meio rural

BNDES possui linhas de crédito para financiar pesquisas, desenvolvimento de protótipos e produtos finais

Tecnologia no meio rural passou por modificações significativas e se transformou em peça fundamental a competitividade do setor | Foto: Guilherme Almeida

Tecnologia no meio rural passou por modificações significativas e se transformou em peça fundamental a competitividade do setor | Foto: Guilherme Almeida

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  • Luciamem Winck

A tecnologia no meio rural passou por modificações significativas e se transformou em peça fundamental a competitividade do setor. Afinal, algumas técnicas consideradas eficientes no passado, tornaram-se ultrapassadas. A evolução caminha a passos largos, passando pela criação de novos equipamentos à inserção de recursos científicos no agronegócio. "O trabalho árduo de todas as empresas, independente do tamanho, seja na fabricação de peças e componentes, máquinas, armazenagem ou irrigação, é feito para aumentar a produtividade e desenvolver o Brasil", salientou a presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers), Carolina Luisa Rossato.

O tema foi amplamente abordado nesta terça-feira na Casa do Simers, no Parque de Exposições Assis Brasil. Na oportunidade, a dirigente a inovação tecnológica projeta um futuro melhor. "Na agricultura, é peça fundamental já que serve como motor propulsor de um país que tem como missão desenvolver-se e alimentar seu povo", enfatizou. Segundo ela, os inventos, as patentes registradas, os desenhos, as matrizes, as ferramenta, materiais, planejamentos, treinamentos e campo colaboram para a qualificação da produção de alimentos. "A indústria não tem medo das diversidades. O objetivo é fazer o Brasil crescer, alimentar os brasileiros e se tornar um dos maiores exportadores de alimentos do mundo", justificou. Segundo ela, os investimentos em tecnologia são vitais para a sobrevivência das marcas, na busca da diversificação de mercados e produtos.

O engenheiro Luiz Edmundo Sutter, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), esteve presente no workshop e abordou as várias possibilidades de financiamento da instituição financeira. “Sabemos que existe um problema de perda de competitividade da indústria brasileira no mercado mundial. O BNDES acompanha esta evolução tecnológica. Temos programas específicos para financiar pesquisas, desenvolvimento de protótipos e os produtos finais", enfatizou. Sutter disse ainda que o banco possui um corpo técnico muito bem preparado para avaliar as necessidades de automação e modernização no campo.