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ANO 116 Nº 122 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 30 DE JANEIRO DE 2011

Pensões

Classificando como "despropósito" o pagamento de pensão vitalícia, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil vai ingressar com ação contra dezenas de ex-governadores, para sustar o pagamento de mais ou menos R$ 24 mil mensais, "per capita". Embora esteja previsto na legislação de alguns estados, a Procuradoria-Geral da República está fazendo um levantamento e pode, eventualmente, também ajuizar ações contra a concessão do benefício.

Danilo Guedes Romeu, Porto Alegre

Cavalos

Quem passa pelo centro de Porto Alegre, no cruzamento da rua Dr. Flores com a avenida Otávio Rocha, fica apavorado quando vê, ao final da tarde, carroças com cavalos mal nutridos, carregadas de lixo. Os animais ficam parados na torreira do sol. Muitas pessoas já viram muitos animais desmaiarem por sede, fome e cansaço. Onde está a prefeitura?

Odilon Sater de Melo, Porto Alegre

Linguajar

Li a análise e a crítica de Flávio Rico na Coluna Canal 1 (CP 8/1) quanto ao uso do linguajar mineiro de Marcela, de Isis Valverde, ao pronunciar o "cocê", ao invés de "com você", em uma novela. Não assisto à novela, mas gostaria de citar, no entanto, que o país tem muitos linguajares e penso que os órgãos de comunicação deveriam usar a língua oficial do país. Há exceções no caso de alguém em representação de personagem ou cenas de locais com suas maneiras de falar características. A exemplo do caso citado, o que dizer do "carioquês", que está praticamente sendo imposto ao país pelas redes de televisão nas novelas, nas dublagens, nos comerciais, nas reportagens. Será que isso está correto? Não estarão sendo usados dois pesos e duas medidas? Por que as diferenças?

Valerio Pietro Mondin, Videira (SC)

Palácio

Tão absurdo quanto pagar pensão vitalícia aos governadores é manter o imóvel na cidade de Canela chamado de "Palácio de Inverno", como se vivêssemos num governo imperial. Trata-se de um imóvel de luxo, cuja manutenção e funcionários correm por conta dos súditos gaúchos. Será que o nosso Estado, com tantas carências, como por exemplo na área da saúde, pode se dar a esse luxo? Isso também deve ser questionado!

Assis Vieira, Montenegro

Controvérsias

Alguns partidos políticos ocupam horário nobre na mídia e, entre tantas declarações, se dizem a favor da redução horária do trabalhador e ao aumento de salário. No entanto, se observa que essas mesmas siglas, quando administram cidades, seus prefeitos não aplicam essa bandeira defendida no seio de seus partidos. Por que será? Falar é fácil, fazer é difícil? Por isso é que há controvérsias.

Edmir M. de Freitas, Santo Ângelo

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