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ANO 116 Nº 274 - PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 1 DE JULHO DE 2011

Recuperação de lancha em estudo

 Embarcação era presença constante nas antigas procissões no Guaíba | Foto:  cp memória

Embarcação era presença constante nas antigas procissões no Guaíba | Foto: cp memória

Embarcação era presença constante nas antigas procissões no Guaíba
Crédito: cp memória

Está em análise no Ministério da Cultura o projeto de recuperação da lancha General Petrazzi, a maior embarcação que o Corpo de Bombeiros de Porto Alegre já teve entre o início e meados do século passado. A ideia é usar a embarcação para pesquisas científicas na área ambiental em universidades ou Organizações Não Governamentais (ONGs), conforme proposta elaborada pelos integrantes da Legião da Reserva Altiva da Brigada Militar, instituição que reúne os policiais militares da reserva, que se dedicam a projetos de preservação da memória da Brigada Militar.

O comandante da Legião, coronel da reserva Jerônimo Braga, avalia que o uso da embarcação será feito por meio de convênio com uma universidade que tenha interesse em fazer pesquisas na área ambiental. "A instituição ficará responsável pelo pagamento da manutenção e dos marinheiros", diz Braga.

O projeto de recuperação está orçado em R$ 1,6 milhão, que inclui o restauro do barco, a colocação de um motor novo, entre outras coisas. Tudo será fiscalizado pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas Federal, Secretaria de Obras Públicas e Ministério da Cultura. Segundo Braga, a embarcação chegou ao Estado em 1926. A lancha durante anos conduziu a abertura da Procissão dos Navegantes, servindo como uma espécie de batedora, e poderá voltar a ser usada, na mesma procissão.