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10/01/2013 11:27 - Atualizado em 10/01/2013 12:22

ANS anuncia nova suspensão das vendas de 225 planos de saúde

Medida entra em vigor na próxima segunda-feira se deve a descumprimento de prazos para atendimentos

ANS anuncia nova suspensão das vendas de 225 planos de saúde<br /><b>Crédito: </b> Elza Fiúza / ABr / CP
ANS anuncia nova suspensão das vendas de 225 planos de saúde
Crédito: Elza Fiúza / ABr / CP
ANS anuncia nova suspensão das vendas de 225 planos de saúde
Crédito: Elza Fiúza / ABr / CP

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quinta-feira a suspensão da venda de 225 planos de saúde, administrados por 28 operadoras. A medida foi tomada por descumprimento dos prazos estabelecidos para consultas, exames e cirurgias. A suspensão vale a partir da próxima segunda e vai até março.

• Confira a lista dos planos suspensos


Desde dezembro de 2011, quando as operadoras de planos de saúde passaram a ser monitoradas pela ANS, quatro relatórios foram divulgados e três medidas de suspensão foram anunciadas. No levantamento anterior, divulgado em outubro de 2012, foram suspensos os serviços de 38 operadoras. Dezoito delas melhoraram o serviço e voltarão a comercializar os produtos.

Além disso, 16 operadoras não vem cumprindo, de forma reincidente, os critérios estabelecidos pelo governo e serão indicadas para a abertura de processo para que corrijam as anormalidades. As outras 12 operadoras suspensas e não reincidentes deverão assinar um termo de compromisso visando à redução do número de reclamações - o que significa que elas vão ter que adequar a rede de prestadores e os serviços de relacionamento e atendimento ao cliente.

A suspensão das vendas não afeta o atendimento aos atuais usuários desses planos de saúde, mas impede a inclusão de novos clientes. “Para quem tem um plano de saúde que a partir de 14 de janeiro terá a venda suspensa, todos os direitos continuam valendo. O que está suspensa é a incorporação de novos clientes”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “É muito importante que a população continue participando do monitoramento”, completou.

As operadoras que não cumprem os prazos máximos de atendimento estão sujeitas a multas de R$ 80 mil a R$ 100 mil para situações de urgência e emergência. Em casos de reincidência, elas podem sofrer medidas administrativas como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade de seus planos e a decretação de regime especial de direção técnica, com o afastamento dos dirigentes.

Com informações da Agência Brasil

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Fonte: Correio do Povo





» Tags:Geral Saúde

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