|
O Cpers-Sindicato agendou assembleia geral dos professores para o próximo dia 8 de março, com o objetivo de denunciar os deputados que votaram a favor do aumento parcelado como inimigos da categoria. Segundo a presidente da entidade, Rejane de Oliveira, mesmo com o percentual baixo dado para o reajuste do piso nacional neste ano, ainda assim, o governo não conseguiria cumprir com os atuais R$1.565, já que a projeção para o fim do governo Tarso com 76% de aumento, é de um vencimento básico de R$1.260.
O secretário estadual da Educação, José Clovis de Azevedo, declarou que vai ser difícil chegar a meta do piso desejado pelo Cpers enquanto houver uma indefinição sobre o indexador. Azevedo disse que, por exemplo, no próximo ano, não se sabe qual será o aumento, mas o governo federal já afirmou que vai ser alto, gerando insegurança.
Para Azevedo, o ideal seria substituir o Fundeb pelo INPC, imediatamente, como forma de tentar alcançar o piso. O secretário ainda enfatizou que qualquer aumento, além do aprovado pela Assembleia Legislativa, só pode ser autorizado pelo governador Tarso Genro.
Fonte: Voltaire Porto / Rádio Guaíba
|