Correio do Povo

Porto Alegre, 19 de Maio de 2013


Porto Alegre
Agora
13ºC
Amanhã
16º 22º


Faça sua Busca


Notícias > Geral

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

31/01/2013 18:46 - Atualizado em 31/01/2013 18:54

Esculturas de areia em Cidreira homenageiam Santa Maria

Três obras prestaram apoio a vítimas e familiares do incêndio na boate Kiss

Esculturas de areia em Cidreira homenageiam Santa Maria
Crédito: Brigada Militar/Divulgação CP

Competição de esculturas na praia de Cidreira acabou se tornando uma homenagem às vítimas do incêndio em Santa Maria, nesta quinta-feira. Brigada Militar e Sesc promoveram o concurso e acabou definindo como vencedora a obra "Solidariedade a Santa Maria", dos sargentos Dias e Renato.

No total, foram 16 equipes participantes, três delas esculpindo na areia homenagens aos mortos e familiares do incêndio que fez 235 vítimas fatais. Homenagem a Santa Maria também foi tema do trabalho que ficou no terceiro lugar, feito por sargento Alex e soldado Lencina, de Capão da Canoa.

Incêndio teria começado com sinalizador

O incêndio na boate Kiss – que fica na Rua dos Andradas, Centro de Santa Maria – começou por volta das 2h30min de domingo. O público jovem participava de uma festa organizada por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Segundo testemunhas, o fogo teria começado quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que acabara de subir ao palco, lançou um sinalizador. O objeto teria encostado em uma forração de isopor.

As pessoas não teriam percebido o fogo de imediato, mas assim que o incêndio se espalhou, a correria teve início. Testemunhas relataram que, a princípio, parecia uma briga e os seguranças fizeram um cordão de bloqueio. Mas, quando viram que era um incêndio, liberaram a passagem.

Conforme relatos, os extintores posicionados na frente do palco não funcionaram. Em pânico, muitos não conseguiram encontrar a única porta de saída do local e correram para os banheiros. Aqueles que conseguiram fugir em direção à saída, ficaram presos nos corrimões, usados para organizar as filas. A boate foi tomada por uma fumaça preta e as pessoas não conseguiam enxergar nada. A maioria morreu asfixiada dentro dos banheiros ou na parte dos fundos da boate.



Bookmark and Share

Fonte: Correio do Povo






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.