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A Justiça Eleitoral de Novo Hamburgo deve avaliar em primeira instância, até o dia 14, os pedidos de impugnação contra dois candidatos a prefeito do município. A data coincide com o fim do prazo para o julgamento, já que o pleito suplementar na cidade do Vale do Sinos ocorre em 3 de março.
Tarcísio Zimmermann, do PT, teve o registro de candidatura questionado pelo Ministério Público Eleitoral, para quem o candidato deu causa à anulação do pleito de 2012. O petista, que recorreu até a instância final, no Tribunal Superior Eleitoral, foi impedido de tomar posse pelo fato de ter participado da inauguração de uma obra pública estadual em 2004, quando concorreu à prefeitura. Mesmo depois de conseguir se eleger deputado federal, em 2006, e prefeito, em 2008, ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que entrou em vigor em 2010 e cujas punições valem por oito anos.
O vice na chapa do PT, Luis Lauermann, também corre risco de impugnação caso não consiga comprovar que mora na cidade. Paulo Kopschina, do PMDB, é alvo dos adversários petistas, que o acusam de manter vínculo de dirigente sindical junto à Fecomércio quando se candidatou.
Hoje, a Justiça Eleitoral de Novo Hamburgo deferiu as coligações O Trabalho Vai Continuar, de Tarcísio Zimmermann, composta por 12 partidos, e Nova Frente Que Faz Bem, de Paulo Kopschina, formada por nove partidos. Entretanto, a aliança de Kopschina, que tinha o apoio de 10 legendas, sofreu uma baixa, já que a Justiça Eleitoral excluiu o PHS, por não ter diretório ou executiva municipal em Novo Hamburgo.
Fonte: Voltaire Porto/Rádio Guaíba
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