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06/02/2013 14:22 - Atualizado em 06/02/2013 14:36

Agentes penitenciários paralisam atividades no RS

Categoria reclama do veto ao de porte de arma da presidente Dilma Rousseff

Agentes penitenciários paralisaram as atividades nesta quarta no Estado<br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
Agentes penitenciários paralisaram as atividades nesta quarta no Estado
Crédito: Tarsila Pereira
Agentes penitenciários paralisaram as atividades nesta quarta no Estado
Crédito: Tarsila Pereira

Os agentes penitenciários, administrativos e técnicos superiores penitenciários do Rio Grande do Sul pararam as atividades nesta quarta-feira no Estado. Ficaram mantidos somente o fornecimento de alimentação, atendimento médico de urgência e registro alvará de soltura. Porém, serviços como como audiências, transferências e atendimento jurídico ficaram suspensos.

No setor de transporte da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), na zona Leste de Porto Alegre, 120 servidores ficaram parados. Segundo o diretor do Associação dos Monitores e Agentes Penitenciários (Amapergs), Cristiano Fortes, cerca de 150 entregas deixaram de ser feitas por falta de transporte para os presos. Elas devem ser remarcadas. “Temos 100% de adesão da categoria nesta paralisação”, declarou.

A categoria conta com aproximadamente 4 mil servidores. Apesar da paralisação, a Susepe informou que não houve grandes transtornos nos trabalhos penitenciários pela manhã, já que os serviços considerados essenciais foram mantidos.

O presidente da Amapergs, Flávio Berneira, afirmou que a intenção foi chamar a atenção das autoridades. A classe rejeita o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto que regulamentava o porte de arma nacional. Também criticam a Procuradoria Geral do Estado (PGE), que teria demitido servidores “sem garantia de direito ao contraditório e autodefesa”. Berneira também lembrou que as condições de trabalho dos servidores não são adequadas. O maior problema é a superlotação.

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Fonte: Karina Reif / Correio do Povo






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