 Quatro morreram em confronto com a BM Crédito: Ricardo Giusti
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Quatro morreram em confronto com a BM
Crédito: Ricardo Giusti
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A identificação dos quatro mortos no conflito com a polícia em Arroio dos Ratos, após a explosão do Banco do Brasil, neste sábado, deve ajudar na investigação do crime. Segundo o delegado substituto da Delegacia de Repressão a Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Joel Henrique Wagner, o único suspeito que portava carteira de identidade não tinha passagem por assalto a banco. “Acreditamos que com o nome dos demais possamos ligar eles a outros casos”, afirmou. Ele disse que as imagens das câmeras de segurança também devem auxiliar nas investigações.
De acordo com o delegado, é possível que a quadrilha tenha relação com a que atacou o Banrisul de São Vendelino hoje. “Não podemos confirmar ainda, mas as duas ações ocorreram praticamente de forma simultânea e da mesma forma”, declarou.
Em Arroio dos Ratos, o grupo utilizou cinco caixas com dinamite. Por enquanto, ainda não se sabe a procedência dos explosivos. A quadrilha estava fortemente armada, com fuzis, espingardas e pistolas.
O funcionário público Antônio Lindemann, 62 anos, mora a uma quadra da agência do Banco do Brasil e se assustou com o barulho da explosão. “Depois vieram os tiros”, disse. Por conta de um motim na Penitenciária de Arroio dos Ratos, havia guarnições de São Jerônimo, Charqueadas, Guaíba e Porto Alegre, além do Gate. “Se não fosse o Gate, que é uma polícia especializada, e bem armada, talvez não teríamos conseguido êxito na ação, ou poderíamos ter perdido algum policial”, ressaltou o subcomandante da BM, Silanus de Oliveira Melo.
Fonte: Karina Reif / Correio do Povo
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