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17/02/2013 12:23 - Atualizado em 17/02/2013 12:49

Domingo de sol e calor marca fim do horário de verão em Porto Alegre

Tempo bom foi convite para passeios e atividades ao ar livre

Redenção ficou lotada neste domingo
Crédito: Vinícius Roratto

O domingo de sol e calor foi um convite para passeios nos parques e nas áreas de lazer de Porto Alegre. O Brique da Redenção registrou um bom público no dia marcado pelo fim do horário de verão. A Usina do Gasômetro também esteve movimentada, mas em menor intensidade.

Quem não foi correr, preferiu o banho de sol ou ficar à sombra e curtir um chimarrão. Foi o que fizeram as amigas  Clarice Guimarães, 43 anos, e Adriana da Silva, 42. Sentadas sob a copa de uma árvore, observavam o Guaíba de binóculo enquanto sorviam o mate. “Vim visitar a minha filha, já que sou de Carazinho. Ela está correndo e eu, aproveitando o dia”, explicou a comerciante Clarice. “É gostoso tomar um chimarrão, curtindo a natureza e as tradições gaúchas”, comentou a técnica em segurança Adriana.

No Parque Farroupilha, os gramados estavam sendo disputados por quem queria jogar bola ou levar seus cães para passear. O professor Sérgio Milanesi, de 63 anos, estava brincando com a cadela de seu filho, que mora em apartamento, para desestressá-la. “Fazia um mês que eu não vinha ao parque. Trouxe a Rita, que é uma cachorra sem raça definida, para que ela possa brincar com outros animais, correr e buscar a bola”, esclareceu.

Noutro gramado, o carteiro motociclista Paulo Ricardo Peres, mais conhecido por “Gigio”, de 54 anos, jogava bola com o amigo advogado Luís Carlos Caporal Soares, de 73 anos, sem deixar a pelota cair. “É o futebol freestyle que praticamos. É tipo uma aeróbica. Fazemos isso entre 1h30min e 2 horas de duração. Já fui jogador de futebol amador. Hoje treino uma rapaziada que vem aqui e me divirto com os amigos de mais de 30 anos de parque”, reconheceu.

No alto de seus 73 anos, Luís Carlos é um desportista nato. “Antes de vir jogar aqui, fiz 10 km de corrida no Marinha do Brasil. Isso ajuda a melhorar a qualidade de vida do sujeito. Também evito usar carro e elevador. Ando de bicicleta e subo escadas sempre que posso. Por isso, consigo viver sem tomar nenhum medicamento”, completou.

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Fonte: Nildo Júnior / Correio do Povo






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