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17/02/2013 19:54 - Atualizado em 17/02/2013 20:38

Rafael Correa comemora reeleição no Equador

Três institutos garantem vitória do presidente no primeiro turno

Correa deve ser reeleito no Equador<br /><b>Crédito: </b> Rodrigo Buendia / AFP / CP
Correa deve ser reeleito no Equador
Crédito: Rodrigo Buendia / AFP / CP
Correa deve ser reeleito no Equador
Crédito: Rodrigo Buendia / AFP / CP

O presidente do Equador, Rafael Correa, comemorou neste domingo aa conquista de um segundo mandato de quatro anos com um discurso para milhares de simpatizantes da sacada do palácio presidencial de Carondolet, no centro colonial de Quito."Só estamos aqui para servir a vocês. Nada para nós, tudo para vocês, povo que se fez digno de ser livre", disse o presidente socialista, depois que três pesquisas de boca de urna o apontaram como vencedor das eleições no primeiro turno.

Correa venceu o pleito no primeiro turno, segundo três pesquisas de boca de urna, que lhe atribuem de 58,8% a 61,5% dos votos. Uma sondagem da empresa privada Opinión Pública assinala que o socialista obteve 61% dos votos, contra 21% para o banqueiro Guillermo Lasso. Já a pesquisa Cedatos-Gallup aponta que Correa conseguiu 61,5% dos votos, contra 20,9% para Lasso. O Centro de Pesquisas e Estudos Especializados (Ciees) aponta uma vitória de Correa com 58,8%, contra 23,1% para o direitista Lasso.

As pesquisas de Opinión Pública e Ciees foram divulgadas por dois canais de TV controlados pelo Estado, e a Cedatos-Gallup, por veículos privados.

Correa conquistou o direito de ficar 10 anos no poder. Economista, com mestrado e doutorado nos Estados Unidos e na Europa, ele foi eleito presidente pela primeira vez em 2006, com a promessa de uma reforma constitucional. A nova Constituição (que também permite dois mandatos presidenciais de quatro anos consecutivos) foi aprovada num referendo e Correa, cujo governo completara dois anos, candidatou-se a novas eleições presidenciais.

O presidente votou de manhã e depois acompanhou sua filha, Anne Correa, de 16 anos, a votar. É a primeira vez, no Equador, que adolescentes de 16 a 18 anos, além de policiais e militares na ativa, podem votar.


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Fonte: AFP






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