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04/03/2013 12:47 - Atualizado em 04/03/2013 13:01

EPTC descarta pedágio urbano e rodízio de carros em Porto Alegre

Vanderlei Cappellari afirma que prioridade é investir na qualificação do transporte coletivo

EPTC projeta investir em transporte público para evitar pedágio ou rodízio de carros em Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
EPTC projeta investir em transporte público para evitar pedágio ou rodízio de carros em Porto Alegre
Crédito: Tarsila Pereira
EPTC projeta investir em transporte público para evitar pedágio ou rodízio de carros em Porto Alegre
Crédito: Tarsila Pereira

Mesmo com uma frota que chega a 800 mil veículos em Porto Alegre, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) descarta qualquer possibilidade de implantação do pedágio urbano para o acesso de veículos em qualquer área da Capital, principalmente no Centro. O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, disse que nos próximos quatro anos não existe a chance de que a proposta seja implantada. “Pedágio urbano ou rodízio de placas, com acontece em São Paulo, nem pensar. A ideia é investir, cada vez mais, na qualificação do transporte coletivo, em engenharia de trânsito e fiscalização”, comentou.

Conforme Cappellari, a prioridade da administração municipal são as diversas obras previstas para a Copa do Mundo de 2014. “São obras que darão uma maior mobilidade no trânsito da cidade”, comentou. A possibilidade da implantação do pedágio urbano na Capital ficou aberta a partir da aprovação da Lei de Mobilidade Urbana, pela presidente Dilma Rousseff, que permite aos municípios cobrar pedágios para diminuir o tráfego de veículos em áreas de maior circulação de carros. Cappellari informou que está em discussão para 2014 a restrição de circulação de caminhões, assim como já acontece na área central, nos bairros Moinhos de Vento e Cidade Baixa.

Em investimento tecnológico, Cappellari ressaltou que são 56 as câmeras de monitoramento do trânsito, com previsão de 140 para o mundial de seleções. A multiplicação de laços virtuais, com câmeras, para gestão dos tempos de sinaleiras, exemplo utilizado no cruzamento da Nilo Peçanha com Carazinho. A ideia da prefeitura é ampliar o modelo para 33 cruzamentos da cidade, que apresentam trânsito mais pesado.

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Fonte: Cláudio Isaías / Correio do Povo






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