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05/03/2013 16:05 - Atualizado em 05/03/2013 16:15

Venezuela expulsa adido dos Estados Unidos por conspiração

Governo venezuelano acusou "inimigos" do país de provocarem câncer de Chávez

Vice-presidente da Venezuela anunciou expulsão na TV<br /><b>Crédito: </b> Ho Telesur / AFP / CP
Vice-presidente da Venezuela anunciou expulsão na TV
Crédito: Ho Telesur / AFP / CP
Vice-presidente da Venezuela anunciou expulsão na TV
Crédito: Ho Telesur / AFP / CP

O vice-presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anunciou nesta terça-feira a expulsão de um adido da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas por causa de reuniões com oficiais do exército e planos de desestabilização do país.

Maduro identificou o norte-americano como um adido da Força Aérea lotado na embaixada e o acusou de espionar o exército venezuelano. O adido em questão, cuja identidade não foi divulgada, tem 24 horas para deixar o país, afirmou o vice-presidente.

No mesmo pronunciamento, Maduro disse que as autoridades venezuelanas discutiram em reunião realizada hoje meios de combater complôs contra o governo e acusou "inimigos" do presidente Chávez de estarem por trás do câncer que o acomete. As informações são da Associated Press.

Governo venezuelano acusa "inimigos" da Venezuela de provocar câncer de Chávez

O vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou nesta sexta-feira os "inimigos históricos" da Venezuela de estarem por trás do câncer sofrido pelo presidente Hugo Chávez e se mostrou confiante que algum dia poderá comprovar esta afirmação.

"Nós não temos nenhuma dúvida, chegará o momento indicado da História em que se poderá formar uma comissão científica que revelará que o comandante Chávez foi atacado com esta doença (...) os inimigos históricos desta pátria buscaram o ponto para prejudicar a saúde de nosso comandante", afirmou Maduro em um discurso na televisão nacional.

O alto comando político e militar da Venezuela se reuniu nesta terça-feira no Palácio de Miraflores após o agravamento da saúde do presidente Hugo Chávez. Na reunião estavam presentes o vice-presidente Nicolás Maduro, vários ministros, cerca de 20 governadores governistas e o alto comando militar.

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Fonte: AE






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