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08/03/2013 13:00 - Atualizado em 08/03/2013 13:05

Corpo de 241ª vítima de incêndio é sepultado em Santa Maria

Driele Pedroso Lucas, 23 anos, morreu em Porto Alegre na quinta-feira

Driele Pedroso Lucas morreu nessa quinta em Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> João Vilnei / Especial / CP
Driele Pedroso Lucas morreu nessa quinta em Porto Alegre
Crédito: João Vilnei / Especial / CP
Driele Pedroso Lucas morreu nessa quinta em Porto Alegre
Crédito: João Vilnei / Especial / CP

A 241ª vítima do incêndio boate Kiss, Driele Pedroso Lucas, 23 anos, foi sepultada no final da manhã desta sexta-feira no Cemitério Ecumênico Municipal de Santa Maria, no Centro do Estado. O corpo da jovem foi velado nas capelas mortuárias do Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo.

A estudante estava internada no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, e a morte dela foi confirmada na manhã de quinta-feira. O corpo foi transladado para Santa Maria, onde chegou no final da noite. A irmã de Driele, Ritiele Pedroso Lucas, de 19 anos, segue internada no mesmo hospital da Capital.

A tragédia

O incêndio na boate Kiss – que fica na Rua dos Andradas, Centro de Santa Maria – começou por volta das 2h30min da madrugada de 27 de janeiro. O público participava de uma festa organizada por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Segundo testemunhas, o fogo teria começado quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que acabara de subir ao palco, lançou um sinalizador. O objeto teria encostado na forração da casa noturna. As pessoas não teriam percebido o fogo de imediato, mas assim que o incêndio se espalhou, a correria teve início.
Conforme relatos, os extintores posicionados na frente do palco não funcionaram.

Em pânico, muitos não conseguiram encontrar a única porta de saída do local e correram para os banheiros. Aqueles que conseguiram fugir em direção à saída, ficaram presos nos corrimãos usados para organizar as filas. A boate foi tomada por uma fumaça preta e as pessoas não conseguiam enxergar nada. A maioria morreu asfixiada dentro dos banheiros ou na parte dos fundos da boate.

Com informações de Renato Oliveira

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Fonte: Correio do Povo






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