 Brasil e Nova Zelândia definem acordo de aviação e intercâmbio educacional Crédito: Evaristo Sa/AFP/CP
|
Brasil e Nova Zelândia definem acordo de aviação e intercâmbio educacional
Crédito: Evaristo Sa/AFP/CP
|
A presidente Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, assinaram acordos de cooperação bilateral nas áreas de serviços aéreos e de educação nesta segunda-feira. Key está em visita oficial ao Brasil e foi ao Palácio do Planalto para confirmar os tratados.
O acordo sobre serviços aéreos vai permitir a ampliação do transporte entre os dois países e o desenvolvimento de um sistema de aviação civil mais amplo e com mais concorrência. Segundo a Secretaria de Aviação Civil, as empresas aéreas que operam voos entre Brasil e Nova Zelândia poderão determinar a frequência e a capacidade dos voos internacionais entre os dois países. Antes, as condições eram limitadas pelas autoridades aeronáuticas. “Somos países distantes e essa providência é necessária a qualquer aproximação”, comentou Dilma.
Já o tratado de cooperação educacional prevê convênios com oito instituições neozelandesas que receberão estudantes brasileiros no Programa Ciência sem Fronteiras. Conforme a presidente, um dos convênios trata de vagas para cursos de inglês durante as férias.
Além das parcerias firmadas, Dilma disse que Brasil e Nova Zelândia têm muitos interesses em comum e que compartilham de visões semelhantes em relação a questões internacionais, como a reforma da Organização das Nações Unidas (ONU). A presidente defendeu o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países e disse que investidores neozelandeses são bem-vindos no Brasil.
“Neste momento em que a crise afetou os maiores mercados, como é o caso da Europa, nada mais oportuno que nós cooperemos no sentido de viabilizar uma afetiva ampliação das nossas oportunidades comerciais e de investimentos”, reforçou Dilma. “Estamos modernizando a infraestrutura, investindo na logística e na energia do nosso país, nos preparando para grandes eventos, por isso muitas são as oportunidades que se abrem para intensificar e para diversificar o fluxo bilateral de comércio e investimento."
Fonte: Agência Brasil
|